quarta-feira, 9 de abril de 2014

ESPAÇO – TEMPO, A IDEIA NÃO É ORIGINAL DE EINSTEIN

Será que vigora a famosa frase "papagaio come milho e periquito leva a fama"?
                                                 Foto do papagaio - crédito: Google images

E essa afirmação não é uma lenda. Certa foi a frase de Silvio Santos na TV certa vez: “nada se cria; tudo se copia”. Mas não é que Einstein tenha “copiado ou plagiado” o espaço-tempo. A ciência, como uma escada, é feita de degraus e uma ideia já existente serve de degrau para outra mais aprimorada. Einstein já foi acusado de plágio, todavia, a fama do simpático cabeludo tem resistido incólume por mais de cem anos. O pessoal que o acusa diz que sua fama é mantida por um grande lobby de pessoas que ganham dinheiro ensinando o que o simpático cabeludo ensinou. Um exemplo é o caso da equação E = m . c2 que o tornou famoso. Os oponentes dizem que a ideia dessa equação e da relatividade foi de Poincaré e de outros ANTES de Einstein. Einstein teria tido o mérito de ser o “lançador”, o proponente científico da idéia mas não “criador dela”. Um dos fortes artigos a respeito foi uma entrevista muito difundida dada ao Diário do Povo, de Campinas. Em 5 de julho de 1996, pelo famoso físico brasileiro César Lattes. Transcrevo-a em parte. O tema da entrevista é “forte”, esse era o formato e tamanho da manchete do artigo e nada acrescentei nem modifiquei, apenas transcrevo. Era assim:

Albert
Einstein
é uma fraude
Em entrevista ao Diário do Povo
Campinas, 5 de julho de 1996.
(...)

D.P. — E onde exatamente ele (Einstein) cometeu a falha da qual o senhor está falando?

César Lattes — Quando ele plagiou a Teoria da Relatividade do físico e matemático francês Henri Poincaré, em 1905.
A Teoria da Relatividade não é invenção dele (de Einstein). Já existe há séculos. Vem da Renascença, de Leonardo Da Vinci, Galileu e Giordano Bruno. Quem realizou os cálculos corretos para a Relatividade foi Poincaré.
A fama de Einstein é mais fruto do seu lobby do que do seu mérito como cientista.
Ele plagiou a Teoria da Relatividade. Se você pegar o livro de História da Física, de Whittaker, você verá que a Teoria da Relatividade é atribuída a Henri Poincaré e Hendrik Lorentz. (...)

----------------             -----------------                        ------------------          ------------------

Bem, isso acima é parte do publicado em 1996 no jornal mencionado.

Voltando ao nosso tema do espaço-tempo, ou seja á ideia do espaço – tempo, esta, com certeza, originalmente não é mesmo de Einstein. Senão vejamos:

Einstein nasceu em 1879. Quando era um adolescente de 15 anos, em 1894, H.G. Wells publicou um romance de ficção científica intitulado A Máquina do Tempo. O personagem principal era o Viajante do Tempo. Lá 1894, quando Einstein estava com 15 anos qual foi o assuntou ou tema que H.G. Wells utilizou para sua história? Acredite, foi o espaço-tempo! Eis parte do diálogo:

- (Viajante do Tempo)... “Pode existir um cubo instantâneo?... ou pode ter existência real um cubo que não dure por nenhum espaço de tempo?
Diante da dúvida de outro personagem o Viajante do Tempo concluiu:
- (Viajante do Tempo)... “Não há dúvida que todo corpo real de vê estender-se por quatro dimensões: deve ter comprimento, largura, altura e... duração. ... Há realmente quatro dimensões, três das quais são chamadas os três planos do Espaço, e uma quarta, o Tempo.

Lendo o Professor, físico e astrônomo, Ronaldo Rogério de Freitas Mourão em seu livro Explicando a Teoria da Relatividade, da Ediouro, comenta o professor sobre as frases do Viajante do tempo:

“Na realidade, devemos compreender o vocábulo dimensão na acepção de cada uma das quantidades mensuráveis que são necessárias e suficientes para definir um acontecimento. Não se pode separar o espaço do tempo. Só a combinação dos dois, espaço-tempo, é que possuiu uma existência independente. O espaço-tempo é o meio em que ocorrem e sucedem os eventos. ...MEDIR UMA DURAÇÃO É DETERMINAR A HORA DO COMEÇO E DO FIM DE UM EVENTO, OU SEJA, CONSIDERAR DUAS COINCIDÊNCIAS ABSOLUTAS NUM RELÓGIO”. - (grifo acrescentado)

Diz ainda o Professor: “Aliás, esta idéia do tempo como uma quarta dimensão, apesar de só ter sido aceita depois do início do século XX, era, já em 1754, uma noção muito natural para d’Alembert, que assim expressou em sua Encyclopedie: “ um homem de espírito, de min hás relações, acredita que se deve considerar a duração ( o tempo) como uma quarta dimensão”.

Então, pergunto neste modesto e simples blog:

A ideia do espaço-tempo é “original” de Einstein? Ora, ele apenas DEU números matemáticos a uma ideia ESCANCARADAMENTE JÁ existente há muito e publicada internacionalmente por outros autores, como vimos aqui, no mínimo dois.

Ele, já sendo estudante, tinha 15 anos de idade quando H.G.Wells escreveu sobre o tempo ser uma quarta dimensão e formar o espaço-tempo;
Einstein tinha 26 anos em 1905 (onze anos depois da publicação do livro de H.G.Wells)
quando “teve a idéia” sobre o tempo ser uma quarta dimensão e escrever sua teoria;
Leve-se em conta que 151 anos antes de 1905, d’Alembert, em 1754, já escrevera sobre o tempo ser uma quarta dimensão...

Se as palavras do nosso internacionalmente reconhecido físico  nuclear  César Lattes foram fortes demais na entrevista que deu ao Jornal Diário do Povo de Campinas em 1996, só a História e a verdadeira crítica cientifica dirá, mas nesse caso aí sobre a originalidade da ideia do espaço-tempo ser original de Einstein, há alguma dúvida na resposta? É óbvio que Einstein tem todo o mérito de ter dado forma e números matemáticos à ideia de o tempo ser uma quarta dimensão, mas uma ideia que já existia.

Agora vou imaginar porque o espaço e o tempo são entidade una, ou interligados. Para isso apresento um diagrama:


Para entender os detalhes dessa equação e o texto acesse:

http://deusequacaodaeternaenergia.blogspot .com

Se você acredita no Big Bang, que como início do Universo há uns 14 bilhões de anos explodiu dando origem a todas as galáxias e que no princípio estava tudo contido num minúsculo ponto como a cabeça de um alfinete num estado eterno chamado "singularidade" por não haver outro igual, então, para traz do Big Bang há a eternidade onde não se conta tempo, ou o tempo lá era ZERO. A partir do início do Universo começa haver referenciais EM MOVIMENTO. Para mim, a definição de tempo (t) é: "Tempo (t) é a medida de movimento de um referencial." Por exemplo, o relógio convencional da humanidade mede o movimento do referencial Terra, chamando-o de horas, minutos, segundos etc. Então, tempo é só isso: "medida de movimento de um referencial." Se for um relógio atômico os segundos ou unidades serão medidas pelas vibrações ou oscilações do átomo, que será o "referencial". Dá tudo no mesmo.
Se você (como eu) não acredita em Big Bang mas acredita num Criador vivo e inteligente para todo o Universo, o raciocínio é o mesmo: antes da criação ou da transformação da energia do Criador em matéria universal não há contagem de tempo e sim a ETERNIDADE. Energia é algo eterno, bem como sua Fonte, O Criador!
Depois do início do Universo, com a existência do movimento dos referenciais então a ocorrência dos eventos são "medidos" também pelos relógios convencionais ou atômicos, tanto faz. Tempo (t) é o mesmo: medida de movimento de referencial, que pode ser a Terra ou outro sistema de movimento periódico que se prefira (como ensinado pela Bíblia em Gênesis 1:14).
Na fórmula acima MtU.c2 é a massa total do Universo multiplicada pelo quadrado da velocidade da luz. ER, remaining Energy ou energia restante, é a energia do Criador que AINDA sobra FORA do Universo. Ep1, é a energia primária, fonte de tudo, o total do 1. Sendo o tempo (t) medida de movimento de um referencial, havendo referencial há movimento, havendo movimento, obrigatoriamente há espaço, então, consequentemente há o espaço-tempo! Neste caso um não pode haver sem o outro e o espaço-tempo é entidade única.
Pra melhor entendimento dos detalhes acesse:

http://deusequacaodaeternaenergia.blogspot.com

terça-feira, 8 de abril de 2014




A lenda do espaço-tempo de Einstein
A RESPOSTA QUE NINGUÉM DEU!

O RELÓGIO DE DEUS E O DE EINSTEIN
 (... ou da lebre e da tartaruga)
POR QUE RELÓGIOS IDÊNTICOS E SINCRONIZADOS
GIRAM DIFERENTES QUANDO EM VELOCIDADES DIFERENTES?


© Nillo Gallindo
Extrema City – MG State - Brazil

nillo.gallindo@bol.com.br


Einstein ainda vivia. Era 1953. Eu era adolescente e ganhei um relógio. Nele estava escrito: “Não deixe o relógio perto de imãs ou coisas magnéticas, pois poderá alterar o funcionamento do maquinismo”. Então, acreditei: há fenômenos físicos que dificultam o funcionamento dos relógios.

Uns vinte anos depois Hafele e Keating, na famosa experiência na qual voaram longamente em volta da Terra com relógios atômicos, mas deixando outros idênticos sincronizados no solo, mostraram que fenômenos gravitacionais (e inerciais diferentes) modificam o funcionamento dos relógios. Mais perto da massa gravitacional os mesmos relógios giram mais lentos e mais distantes giram mais rápidos, isto é, não permanecem sincronizados. Os resultados foram pequenos, devido os valores experimentais de altitude e velocidade serem pequenos. Mas constatou-se: os giros dos relógios variam. Sabe-se que relógios idênticos e sincronizados, um ao pé de uma montanha altíssima e outro no topo vão mostrar diferenças nos ponteiros. O relógio no pé da montanha, mais afetado pela massa gravitacional da Terra girará mais lento e marcará x. O no topo, mais distante do centro da massa gravitacional girará mais rápido e marcará x +. Se um desses relógios estivesse no Sol, cuja massa é muito maior que a Terra, giraria mais lento do que o na Terra cuja massa é menor. Quem acredita no tempo comum, diz que é o tempo que varia.

A experiência de Hafele e Keating comprovaram a variação do giro dos relógios devido à influência gravitacional. Um relógio mais próximo à Terra e outro mais distante (o em voo).

Todavia, aqui queremos analisar a variação dos giros dos relógios quando entra em ação o fator velocidade. Quando um dos relógios está em alta velocidade e outro, idêntico mas sincronizado a ele, está em menor velocidade. Para a comparação utilizaremos a equação de Lorentz.

Lorentz referia-se a t como tempo geral e a t' como um tempo local modificado.

Einstein, imaginava ambos os tempos de Lorentz serem simplesmente tempo, mas sendo que para cada referencial inercial existe um tempo próprio.

Na relatividade o tempo não é abstrato, é concreto, por isso, no entendimento de Einstein o tempo é sucessão de acontecimentos ou eventos físicos.

Na relatividade a passagem do tempo é medida por processos físicos, que são tanto mais lentos quanto maior for a velocidade dos objetos, daí a ideia de que quanto maior a velocidade de um objeto, maior também será "dilatação do tempo" e que como exemplo se aplicará ao giro das engrenagens de um relógio, à oscilação dos átomos e ao decaimento de partículas – como os múons.

Einstein put in his original paper: Einstein escreveu isso em seu escrito originail:

“If two clocks are synchronized while in close proximity to each other, then one of them is taken away for some time, perhaps on a journey, then they are brought together, they will no longer be in tune with each other. The clock which has been in motion will have recorded time more slowly than the clock at rest.”

ou seja, mais ou menos isso em Português:

" Se dois relógios são sincronizados enquanto estão próximos um ao outro, então, se um deles se locomover por algum tempo, talvez numa viagem, então eles se dessincronizam conjuntamente, eles não permanecerão sincronizados um com o outro. O relógio que esteve em movimento terá registrado o tempo mais lentamente do que o relógio que permaneceu em repouso."



É a conhecida equação de Lorentz que permite calcular o fator de dilatação do tempo ou as diferenças  entre os giros dos relógios dependendo da situação inercial de cada um. Comparando a velocidade do objeto no qual está o relógio com a velocidade da luz a equação calcula o chamado fator de Lorentz ou y.

Vamos utilizá-la:



- representa o fator de Lorentz procurado na equação.

Se um objeto se movimenta em velocidade v = 270.000 km/s (igual 90% de c) temos pela equação:

Fator de Lorentz y = 1 dividido pela raiz quadrada de 1 menos a razão entre 270.000 ao quadrado e 300.000 ao quadrado (que é c2), e fica:

270.000 x 270.000 = 72.900.000.000

300.000 x 300.000 = 90.000.000.000

72.900.000.000/90.000.000.000 = 0,81

1 - 0,81 =  0,19

Sqrt 0,19 = 0,43588

1 / 0,43588 = 2,29

y = 2,29 (Fator de Lorentz = 2,29)


Isto é, num relógio B se movendo à velocidade de 270.000 km/s e sincronizado com um idêntico A na Terra, o relógio B, que se move, efetuará um só giro enquanto o da Terra efetuar 2,29 giros.

Esses giros não sincronizados para dois relógios sincronizados, mas em inerciais diferentes medem as ocorrências dos processos físicos tanto mais lentos quanto maiores forem as velocidades de um objeto. No inercial relógio B, devido estar em maior velocidade os processos físicos são mais lentos que em A. B está em v = 270.000 km/s. A, no inercial Terra, está em v = 30 km/s que é o movimento da Terra em órbita do Sol e que o relógio registra como valendo 1 segundo.

Isso indica que para cada referencial inercial existe uma rotação própria do relógio ou, como comumente preferem chamar, um tempo próprio.

Para quem gosta de cálculos confira se eu acertei nos exemplos abaixo. Na coluna à esquerda escrevi a velocidade de um objeto em porcentagem da velocidade da luz. Na coluna à direita mostro o fator de Lorentz para a referida velocidade.
Para saber quanto o relógio girará naquele inercial de maior velocidade que a Terra basta dividir o tempo do relógio terrestre (que é considerado t em repouso) pelo fator de Lorentz em velocidade maior.
  
V de um objeto              y – Fator de Lorentz
em porcentagem                  pelo qual o t do
da velocidade da                  relógio na Terra
luz  ou  %c                              será dividido

4,466%                                 0,001            
90%                                     2,29             
91%                                     2,41             
92%                                     2,55             
93%                                     2,72             
94%                                     2,93             
95%                                     3,20             
96%                                     3,57             
97%                                     4,11             
98%                                     5,02             
99%                                     7,08             
99,1%                                  7,47             
99,3%                                  8,46             
99,6%                                11,19                                             
99,9%                                22,36 
99,99937%                        281,70           

Um exercício como exemplo: Se uma nave voa à velocidade de 97%c ou 97 por cento da velocidade da luz, o fator y de Lorentz será 4,11. Então, enquanto o relógio na Terra girar 60 segundos, o cálculo será 60 dividido pelo fator y de Lorentz, isto é 60/4,11, que resultará em 14,598, ou seja, enquanto o relógio na Terra girar 60 segundos, o relógio da nave girará mais lentamente sendo apenas 14,598 segundos (quase 15), isto é apenas quase 1/4 do giro que o relógio da Terra executa. Mas surge uma pergunta que ninguém responde. E será que a resposta estará aqui neste blog? Vejamos:


POR QUE EXISTE O FENÔMENO DAS DIFERENÇAS ENTRE OS GIROS PRÓPRIOS DOS RELÓGIOS DEPENDENDO DE CADA SITUAÇÃO INERCIAL?

Sempre me perguntei dos porquês das coisas. O que causa os fenômenos?
Em certas comunidades de amantes da Física, pessoas bem intencionadas, mas que não gostam de ser incomodadas por leigos impertinentes (eu sou leigo impertinente), pediram-me, educadamente, que eu NÃO perguntasse o “por que” de certas ocorrências físicas, pois, disseram-me que, na Física, o que importa é MEDIR e não explicar os por quês. Mas, sendo eu impertinente não me contento com isso. Para tudo deve existir um por que, mesmo que não o conheçamos ainda. Não conhecer algo não significa que não exista esse algo.

Einstein abandonou sua ideia inicial de que a massa de um corpo varia com a velocidade e a Física entende a massa como não variante, isto é, massa é invariante. Portanto, não se ensina mais o conceito de massa relativística, caiu em desuso. Então, aumento de massa relativística com aumento de velocidade não pode ser utilizado para explicar o fenômeno. Busquemos outra explicação. Como disse Einstein: "Se os fatos não se encaixam na teoria mude os fatos". Ao invés de massa  vamos utilizar o fato inércia. Inércia é fato!

O conceito de INÉRCIA como sendo, em poucas palavras uma propriedade dos corpos de resistirem ou se oporem às variações de velocidades continua valendo (é fato) por mais e mais energia que se aplique para aumentar a velocidade a qualquer corpo.

Isso é comprovado, há muitas décadas, nas experiências de impulsão de elétrons já nos bem antigos aceleradores de partículas. Entre as utilizações de energia como meio milhão de elétrons volts (0,5 mev)  e até um milhão e meio de elétrons volts (1,5 mev), a velocidade do feixe de elétrons aumenta bastante. Entre um milhão e meio de elétrons volts (1,5mev) até quatro milhões e meio de elétron volts (4,5 mev) a velocidade dos elétrons chega quase à velocidade da luz (c). Todavia, utilizando-se maior valor de energia surge um grande e LINDO paradoxo. Aumentando-se sempre mais e mais a energia como que entre quatro e meio milhões de elétrons volts (4,5 mev) e até 15 milhões de elétrons volts (15 mev), a velocidade do feixe de elétrons, que já estava próxima da velocidade da luz ou c com energias menores, ou seja, entre 1,5 mev e 4,5 mev, NÃO AUMENTA MAIS, por mais e mais quantidade de energia que se utilize. É comprovado então, cientificamente, experimentalmente, em aceleradores de partículas, sem sombra de dúvidas, que a velocidade da luz, c, (arredondadamente 300.000 km/s) é a VELOCIDADE LIMITE PARA QUALQUER CORPO. Por aí perceba a grande mente de Einstein, o homem que teorizou a nova mecânica para altíssimas velocidades, para as quais a mecânica de Newton não serve. Einstein previu e calculou tudo isso num tempo em que nem calculadoras existiam; apenas com a ponta do lápis!!! Calma, com paciência você vai ver isso, na prática, "ao vivo" num belo vídeo já já! Um professor de física, maravilhoso homem, vai te explicar tudo.

Para entender isso com clareza e facilidade, assista, como um grande presente, um brinde,   uma cortesia cedida a este blog pelo Diretor da Scientia Mundi, o professor Émerson Cruz, uma experiência em vídeo de um trabalho de professores e físicos americanos da P.S.S.C. - (Physical Science Study Committee) - Nossos profundos agradecimentos à SCIENTIA MUNDI E AO PROFESSOR ÉMERSON CRUZ pela disponibilização do link do vídeo. Quando você quiser aprender Física e outras disciplinas com facilidade acesse a Scientia Mundi, do professor Émerson Cruz. O professor ÈMERSON através de sua Instituição Educacional é um grande COMPARTILHADOR DE CONHECIMENTO!

Acesse AGORA, assista ao vídeo, entenda como c ou a velocidade da luz é um limite para qualquer corpo. Se não entender o vídeo na primeira vez, assista-o novamente e quantas vezes precisar. Faça anotações, procure entender o assunto e em seguida, para não perder o fio da meada retorne à sequência do nosso tema aqui no blog:

CLIQUE:

ASSISTIU AO VÍDEO? ENTENDEU O TEMA DA EXPERIÊNCIA?
ENTÃO, SE TRANSMITIRMOS A LÓGICA DA EXPERIÊNCIA COMO VÁLIDA PARA TODOS OS CORPOS:

POR QUE RELÓGIOS IDÊNTICOS E SINCRONIZADOS
GIRAM DIFERENTES QUANDO EM VELOCIDADES DIFERENTES?



ANALISEMOS A TEORIA PROPOSTA NESSE BLOG: 

Como ponto de partida para o raciocínio, só para ilustrar para quem gosta de observar as coisas, enquanto a Terra viaja com a velocidade de 30 km/s (arredondados), a luz, c, viaja a 300.000 km/s (arredondados), isto é, 10.000 vezes mais rápida.

Um relógio que dizemos estar "em repouso" por estar a bordo da Terra (está na mesma velocidade da Terra que é 30 km/s) terá um giro padrão "x" de voltas dos ponteiros. Um relógio idêntico e a ele sincronizado, mas estando em altíssima velocidade terá o giro mais lento, conforme podemos calcular pela equação de Lorentz e encontramos para cada caso uma INÉRCIA ou fator (y).

Este fenômeno talvez ocorra devido ao aumento da INÉRCIA (y) que aumentou com a velocidade.

Alguém tem outra explicação? Se a tiver publique-a aqui neste blog, por que até hoje ninguém respondeu à essa pergunta!

Não é esse aumento de INÉRCIA (y) que faz com que os giros do relógio diminuam e se tornem-se cada vez mais lentos com o aumento da velocidade?

Esta parece ser a única explicação do fenômeno físico ou do processo físico para entendermos porque os relógios giram mais lentamente quando acoplados a objetos de altíssimas velocidades.

Não é o tempo "filosófico" abstrato e intangível, o responsável pela diminuição dos giros das engrenagens. A equação de Lorentz calcula COMO o tempo pode "passar" mais lento ou dilatar. Esse algo, tempo, que é apenas um artifício matemático para cálculos, não existe como um tipo de energia para transcorrer ou fluir mais lento tendo o poder para BRECAR o relógio. O relógio estará girando mais devagar não será devido à inércia contra a qual ele "luta" para tentar girar?

É fácil alguém dizer belamente: " O tempo dilata; passa mais lento em altíssimas velocidades!".
Isso é lindo de se dizer, MAS, EXPLIQUE OU DIGA POR QUE, QUAL É A CAUSA!

Então, deve ser o "tempo próprio", ou a inércia própria de cada referencial inercial que produz o giro mais lento do relógio ali devido à grande inércia causada pela altíssima velocidade. Seria esta a resposta para o fenômeno da dessincronização dos relógios quando em velocidades diferentes?


QUAIS AS IDÉIAS SOBRE A ORIGEM DO TEMPO?

São duas idéias principais, a científica e a criacionista.

A científica baseia-se no suposto Big Bang, teoria proposta por Georges Le Maitre, chamada também teoria da grande explosão. Num estado inicial chamado singularidade, todo o Universo de hoje que se expande continuamente, originalmente estava comprimido, espremido num minúsculo ponto chamado átomo primordial. Já apresentaram teorias parecidas, mas sempre vindas do tipo Big Bang. Mudam sempre. Ali, antes da “explosão da coisa” o tempo seria zero. Havida a grande explosão e a expansão, então começou o tempo, sendo que hoje, o Universo está com uns 14 bilhões de anos de existência, cálculo este baseado na radiação de fundo descoberta em 1964. (Já deve ter mudado a idade porque ciência muda sempre).

Pelo conceito criacionista a origem do tempo do Universo tem como início o momento em que diz a Bíblia em Gênesis 1:1 “No princípio (do Universo) Deus criou os céus e a Terra”. Ali, “no princípio”, surgiu o Universo pela Criação de Deus e também o tempo de existência do Universo. Para trás não se contaria tempo, pois é ETERNIDADE. Diz a Bíblia sobre antes do Universo:

“Antes que os montes nascessem, ou que tu formasses a Terra e o mundo, sim, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Salmos). Em eternidade não existe tempo para ser contado, caso contrário, óbvio, não seria eternidade.
    O lapso de tempo decorrido desde hoje até a criação ou início do Universo não é descrito pela Bíblia e pode significar também bilhões de anos. Entretanto, a Bíblia no mesmo início do Gênesis mostra que seriam usados REFERENCIAIS EM MOVIMENTO para contar aquilo que a humanidade chamou de tempo desde a criação do Universo para cá. Diz o Gênesis 1:14:

“Venha a haver luzeiros (astros) nos céus (espaço)... e eles terão de servir de sinais, e para épocas, e para dias, e para anos”.

Ali a Bíblia não usou a palavra “tempo”. A palavra tempo surgiu depois. Está descrito na Bíblia a grande coerência de o “tempo” poder ter o conceito de ser apenas medida de movimento de um referencial.

Então, o que é tempo? Tempo é medida de movimento de um referencial.

Os homens se baseiam no movimento da Terra como movimento referencial para medir épocas, dias e anos, sendo que a medida desse movimento é reproduzida, copiada ou imitada no mostrador de um relógio pelas unidades convencionalmente chamadas horas, minutos e segundos e subdivisões.            


JÁ FALEI SOBRE O RELÓGIO DE EINSTEIN.
E O RELÓGIO DE DEUS?


Visto que a Bíblia nos ajudou na definição do que é o tempo, será que ela diz algo sobre dilatação do tempo, ou sobre relógio de Deus?

Eu coloquei o título neste artigo como O RELÓGIO DE DEUS E O DE EINSTEIN, apenas para chamar a atenção para o tema. Mas como ilustração (não como ciência) a Bíblia também fala sobre dilatação do tempo ou como um relógio no referencial humano pode girar numa velocidade e no referencial de Deus em outros números.

Em 2ª Pedro 3:8 a Bíblia diz que UM dia para Deus é como MIL anos para nós. Ou seja, se esta fosse uma regra matemática para compararmos o tempo nosso e o de Deus, (se Deus fosse dependente do tempo) o relógio de Deus giraria 365.000 vezes mais lento que o nosso. Enquanto o relógio de Deus girasse uma vez, o nosso giraria 365.000 vezes ou: Deus 1 dia = Terra 365.000 dias.

Reitero que isso é apenas ilustração da Bíblia sobre como nós, dependentes do tempo, somos de curta duração enquanto Deus não depende do tempo para existir.

Se fôssemos utilizar o fator de Lorentz pela sua equação nesta ilustração da Bíblia sobre a dilatação do tempo, o fator seria y = 365000 (arredondados) e a velocidade de um objeto para se atingir tal fator de dilatação seria, em porcentagem da velocidade da luz, v = 99,9999999996247 % c (Cálculo aproximado, pois aí há um errinho de 2 dias e meio ou seja, o fator correto para a velocidade citada seria 365.002,5).

Deixemos um pouco o estudo sobre o relógio de Deus. Já sabemos que Ele nos deu um ensino de Física no Gênesis para utilizarmos o movimento de referenciais (como a Terra, por exemplo) para registrarmos aquilo que chamamos tempo na nossa (infelizmente ainda) curta existência.

Continuemos procurando explicações sobre por que o relógio de Einstein gira mais devagar em altas velocidades.

Seria devido à INÉRCIA, esta propriedade da matéria que se opõe à mudança de velocidade?


Você entendeu como calcular os giros dos relógios em diferentes velocidades?
Um cavalinho (ou burrinho?) e seu peão nos ensinam novamente, vejamos:




Analise a ilustração acima, façamos de conta que é um cavalinho muito veloz. Entenda que o animal e o cavaleiro, um sobre o outro, vinham na mesma velocidade, portanto, os dois relógios, o do cavalo e o do cavaleiro, no instante do breque (stop) do cavalo, estavam sincronizados e marcavam a mesma hora.
Todavia, suponhamos que o cavalo está parado em repouso sobre a Terra, mas o cavaleiro dali em diante e de forma constante tem uma velocidade (hipotética, é claro) de 86,6% da velocidade da luz, ou seja, o peão voa a 259.800 km/s arredondados. Aplicando-se a fórmula Lorentz abaixo vamos encontrar o fator de Lorentz.



y = 1 / raiz quadrada de 1 - 259.800  .  259.800  /  300.000  .  300.000

y = 1 / raiz quadrada de 1 - 67496040000 / 90000000000
y = 1 / raiz quadrada de 1 - 0,749956
y = 1 / raiz quadrada de 0,250044
y = 1 / 0,5000  ou 0,5000439980641
y = 2, arredondado ( ou 1,99982 )

Você vai fazer o exercício mas já mostrei o resultado. Calcule e veja se está correto.

O que significa y = 2 ou fator de Lorentz ser igual a 2?
Indica que enquanto o relógio do cavalinho efetuar um número "xis" de giros, o relógio do peão em voo nesta velocidade só efetuará a metade dos giros, isto é, se o relógio do cavalo completar giros de uma hora, o do peão girará só meia hora. Isto é, os giros do relógio terrestre terão que ser divididos por 2 para se descobrir os giros mais lentos do relógio do cavaleiro. 

Se  não entendeu ainda leia todo o tema novamente. É um assunto fácil, sinceramente.



Oh, my God... cadê o cinto de segurança?
Use-o sempre pois, a INÉRCIA não perdoa!

O crédito desta ilustração ou desta imagem é de "Google Images"


nillo.gallindo@bol.com.br

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

DE REPENTE A ETERNIDADE!

(Um de meus cardiologistas me falou sobre a "maior invenção da humanidade" - gostei tanto que escrevi esta
história - Esta é uma homenagem a ele. Obrigado doutor pelá "máxima"):




A ciência diz tanta coisa! Por exemplo, em 2013, já faz quase 14 b
ilhões de anos que aquilo que chamam Big Bang pipocou fazendo tudo o que estava comprimido na cabeça de um microscópico alfinete explodir e originar o Universo. Daí o espaço se expandiu para todos os lados como uma boiada de estrelas desgarradas.
Naquela tarde só me lembro de ter dito: “Dá o pé, louro”. E então, quando eu apreciava a linda vista da montanha desde a varanda, o mundo acabou. Foi de repente. O clarão de um raio, tão rápido que nem ouvi o trovão. À minha volta nada mais era como antes. Só eu e o louro Dida, meu papagaio, sobrevivemos. Dias e noites continuaram se sucedendo como sempre, mas só eu e meu louro existíamos vivos na Terra. Não havia animais nem insetos, nada. Nunca mais senti fome nem sede, não precisava comer nem beber. Não era sensível a temperaturas e nem necessitava respirar. Meu corpo não tinha mais que executar qualquer necessidade fisiológica. Meu papagaio, fiel companheiro, estava comigo. Como imortais numa Terra onde não existia a morte, eu e meu louro empreendemos andanças ao redor da Terra. Trilhões de voltas ao mundo. Nada nos era desconhecido. A Terra, como algo vazio e errante vagava pelo espaço como grande bola perdida. E eu e meu louro nela. Nada nos faltava, pois nada precisávamos.
Transcorridos uns 6 bilhões de anos - como a ciência já ensinara -, Andrômeda, a Via Láctea e outros aglomerados de estrelas fundiram-se numa única grande massa estelar dominando nosso céu. No horizonte o Sol muito inchado e agonizante, morria como uma enorme moribunda gigante vermelha apagando-se, deixando a Terra às escuras. Só a pálida luz das mescladas Andrômeda e Via Láctea clareava a Terra sem distinguir dia ou noite.
Naquele estágio previsto pela ciência já se iam passados uns 100 bilhões de anos. Eu e meu louro nos sentíamos bem, não precisávamos nada diferente. Mas, passados 100 trilhões de anos, sumiu a luz das estrelas de Andrômeda e da Via Láctea. Extinguiram-se. Em seu lugar instalou-se um imenso buraco negro. As outras galáxias do Universo, devido à expansão do espaço, já tinham desaparecido algures, e sua luz nunca mais chegou até eu e meu louro, porque a velocidade da expansão do espaço era muito maior que a velocidade da luz.
100 trilhões de anos! Toda luz sumiu. Restou apenas escuridão completa numa grande pelota rochosa chamada Terra. E eu e meu louro nela.
Levei toda a eternidade para entender qual foi a maior das descobertas ou invenções dos humanos enquanto existiram. A roda? A Teoria da Evolução? O avião? A Teoria da Relatividade?
Após mais de 100 trilhões de anos cheguei à conclusão de que a maior das descobertas ou invenções humanas foi aquilo que nunca mais necessitei: a privada.
- Dá o pé, louro.

(O crédito da ilustração acima é foto reproduzida do Livro "O Átomo" do Dr. Fritz Kahn, publicado pela Editora Melhoramentos lá por volta de 1960 ou pouco antes)

domingo, 19 de junho de 2011

Changing Terms of Mathematical Formulas For Calculating the Moves Without the Concepts of Speed (v) and Time (t)

Física - Pareço um "Apache" falando Inglês - tente me entender...

Changing Terms of Mathematical Formulas For Calculating the Moves Without the
Concepts of Speed (v) and Time (t)
©Nillo Gallindo – Brazil - page 1/1
nillo.gallindo@bol.com.br

Some physicists believe time is only space and nothing more. But they can not say that because
they teach physics oficcial in which time is the Lord in the calculations of motion.
The big problem is to say: “Time does not exist” and show that in mathematics.
Yet it is not difficultIt to show if they think like me. So I think.

Imagine: I am a man of the Stone Age. I see sunrise and sunset. Long before the Babylonians
and modern watchmakers I manufacture a machine to count numbers or units of the rotation of
the Earth from a sunrise to next sunrise. The units, but copies of the Earth's rotation are placed
by me in a circle. From a sunrise to the next sunrise I divide the circle into 24 units and say the
names of the units are "hours". Each hour I divided into 60 fractions and say their names are
"minute." I divided each minute into 60 fractions and say their names are "seconds". Well it's
too good for me because I'm from the Stone Age. Now think like me.
Units hours, minutes and seconds of that my Watch Stone machine (my clock) are just units OF
SPACE, units ROTATION of Hearth. My machine only copies, reproduces, imitates the motion
of the Earth in space anything else. So why did the mathematics and physics after me gave a
pseudonym (time), a nickname (time), a fake name (time) for the SPACE recorded by my
watch? Why teach mathematics and physics are two things, two words? We know: there is only
space anything else.
I know the answers. Time does not exist, is not real, is fictional, it is abstract. But
mathematics needs time (as a mathematical term only) to calculate movement.
So let's eliminate the term “time” of mathematics and will be mathematically eliminated the big
problem to correct the misconception (wrong) of space-time.
How to change the terms of mathematical formulas for calculating the moves without the
concepts of speed and time? It's easy for me to do that. Look.
The traditional formula is d = v. t (distance is equal speed multiply (.) time)
To find the distance I multiply velocity (.) time. But I must to eliminate the concept of speed
and time in the formulas of new concept. What can I do?
To eliminate the concept of time in Formula I multiply the Compared Movement of anything (.)
the movement of the Earth. So the official formula : d = v . t … I change to D = CM. HM
What is CM Compared Motion? It is the movement of anything in the universe. It can be
motion of a car, motion of a turtle or motion of light. All things have a movement, all can be
compared to Earth's motion. While the movement of Earth's motion is 30km/s the motion of
light is 300,000 km/s. In this new concept the “CMs of light” is 300.000kms and NO 300.000
km PER second. If a say car I change to: “CMh of a car” is 80kmh and NO 80 km PER hour.
The word PER there is not in the formulas of new concept whithout time. The other formulas
v = d/t… t=d/v… change to CM=D/HM… HM=D/CM
What is HM movement of the Earth? Is the Earth's rotation (motion) in SPACE recorded,
copied, imitated, reproduced by the clocks shown in the units hours, minutes and seconds.
REMEMBER: In this new concept we need to understand: the units hours, minutes and
seconds recorded by the clock are just units of SPACE, no units of TIME. That is all

Why does the clock runs slower when it is at high speed?

Why does the clock runs slower when it is at high speed?

©Nillo Gallindo – Brazil – (page 1/1)
nillo.gallindo@bol.com.br

This is the story that Einstein did not tell the end but I tell it:
I have a spaceship her name is “Dream of Physics”. (Come with me and sorry for my bad English)
There are two identical clocks, clock number 1 and clock number 2.
The energy that drives the two clocks is identical, equal energy, same energy.
I wonder: The clock number 1 is in Houston, USA.
The clock number 2 I put it in my spaceship.
I will travel in my spaceship.
I fly from Earth to Gliese 581g. That planet is outside the solar system.
The distance from Earth to Gliese 581g is about 20 trillion km = 200.000.000.000.000km.
I go to Gliese 581g, not come down, do not stop there, come back to Earth. It is non-stop flight.
I wonder: I do not need on my flight calculations of acceleration and deceleration. From Earth to Gliese
581g and returning to Earth my speed is invariable and constant = 99.99937 percent of speed of light
(99.99937% c).
These are my calculations or my data for the trip:
- The distance from Earth to Gliese 581g and return to Earth is about 400 trillion km if measured by an
observer in the reference Earth. My constant and invariable speed will be = 99.99937%c
- The initial mass (starting) of the spaceship is not important but I think mass 1000kg to data calculations.
- Physics teaches when the speed is high the mass increases too but the distance decreases, so at constant
invariable speed 99.99937 percent of speed of light mass 1000kg increases to 281.718kg and the distance
400.000.000.000.000km deacreases to 1.419.856.911.664km. Because this…
- When the spaceship back and arrives on Earth the clock number 1 of Houston shows 40 years elapsed
but the clock number 2 of my space ship shows ONLY 78880 minutes or about 54 days elapsed. On Heart
40 years elapsed. On board of space ship only 54 days (almost two months) elapsed. After the flight I am
39 years and 10 months younger than the terrestrial. The clock of my space ship proved that. This can not
be real? Yes, it can be. Look the science experiment...
- Remember Hafele-Keating experiment: At arrived of the plane the clock of the plane was checked with
the clock back on the ground. The clock that was flown was slower billionths of a second. Look: the
difference of the flight of my space ship and airplane of Hafele-Keating is only in numbers.
- What makes the clock run slower when it is in higher speed? Einstein does not says “why”- anyone says
“why” - everyone talks about “space-time” but does not say “why”.
Well… I say “WHY”: IT IS NOT TIME DILATE because the time is abstract and it is fiction so can not
dilate (fiction no dilate), time is just a nikename a false name a fake name for space and not the 4th
dimension. Then ONLY THE SPACE CAN DILATE because space IS MALLEABLE. So is increase in
MASS increase the INERTIA, more speed=more mass=more inertia, THIS DILATE SPACE. High mass
and high inertia: it holds the rotating clock when it is at high speed. Remember the energy that moves the
two clocks from the beginning to the end of the story is the same, never changed, but mass and inertia
increased. There is no space-time, there is only space. The truth of the clock register only space no time.
Do You think it is something different? Then, tell me please.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Hipocrisia

Nas origens do Grego e do Latim, a palavra portuguesa hipocrisia tem o mesmo significado. Consultando-se o dicionário significa: 1. afetação duma virtude, dum sentimento louvável que não se tem. 2. Impostura, fingimento, simulação, falsidade. 3. Falsa devoção.
Os significados de hipocrisia são dados em palavras tão diretas que não há necessidade de explicá-los. Hipocrisia ocorre nos mais variados relacionamentos humanos em todas as áreas como no trabalho, escola, emprego, política e até onde não devia ocorrer, nas religiões. Daí, entende-se o ponto 3 do significado no dicionário como sendo ‘Falsa devoção’.
Por que a hipocrisia é ‘afetação duma virtude, dum sentimento louvável que não se tem’? Porque o hipócrita sempre passa aos outros uma imagem de si mesmo como tendo boas virtudes, sentimentos louváveis, através de palavras eloqüentes e bem pronunciadas e uma boa postura visual, todavia, suas ações ou atos demonstram que não os tem, pois na realidade não pratica na íntegra aquilo que diz. As ações não são totalmente louváveis. De alguma maneira, cedo ou tarde, percebe-se que aquilo que diz não se mostra ser. Como se diz no popular ‘um dia a casa cai’, ou ‘a máscara cai’. Vê-se então, ali, que os sentimentos não eram tão louváveis como se pensava e não havia tanta virtude.
Impostura, fingimento, simulação e falsidade, são palavras equivalentes no significado, são quase sinônimas de características que definem o hipócrita. Por não agir de acordo com o que diz ele se torna impostor. Sendo impostor estará fingindo e sendo um simulador, e, portanto, atuando com falsidade ao contrário da verdade que deveria existir.
Agora analisemos a característica número 3 do dicionário onde se diz que hipocrisia também significa ‘falsa devoção’. A palavra hipocrisia foi muito utilizada por Cristo quando queria expor a falsidade, impostura, fingimento e simulação de religiosos. É compreensível que em todas as áreas dos relacionamentos humanos exista hipocrisia, todavia, na vida religiosa isso é estranho. Disse Cristo: ‘Como podes dizer ao teu irmão: ‘Permite-me tirar o argueiro do teu olho’, quando, eis que há uma trave no teu próprio olho?’ Hipócrita! Tira antes a trave do teu próprio olho, e depois verás como tirar o argueiro do olho do teu irmão’. Ora, é que os escribas e fariseus hipócritas impunham aos seguidores muitas ordenanças, mas eles mesmos não estavam interessados em cumpri-las. Por isso Jesus disse sobre eles: ‘vós pareceis por fora justos aos homens, mas por dentro estais cheios de hipocrisia’. Isto é, o hipócrita é muito exigente com os outros; não com ele mesmo. Nas relações humanas a coisa se torna pior quando nos relacionamentos uns têm algum poder, por que o poder reprime contestação sob a pena de haver punição por rebelião contra autoridade. Ilustrando, imaginemos que subalternos de qualquer roda da vida percebam um ato de abuso de autoridade incomum e descabido. Mas, talvez, temendo alguém de poder maior, quem percebeu o abuso se cala ou não explicita os fatos da forma verdadeira. Disfarça seu temor por alegar respeito e submissão à autoridade. No entanto, nessa ilustração, o que ocorre é a prática de hipocrisia que é fingimento, falsidade e simulação, pois o que ocorre não é submissão e sim omissão dos fatos e a verdade não pode ser omitida só por alguém ser autoridade. A vida de nós humanos é cheia de hipocrisia e o pior é que, nenhuma pessoa hipócrita acredita ser hipócrita. Seu espelho mágico lhe dirá que é a melhor pessoa de todas.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Vivi um "Natal" bem diferente

Minha história começou num dia 25 de dezembro, no dia que ERA chamado natal. Parecia-me que eu estava num sonho, e não sabendo o dia do mês e ano em que eu estava perguntei a transeuntes: “que dia é hoje?” Sorrindo, cordialmente me responderam: “25 de dezembro!”. Eu achei estranho, pois o 25 de dezembro que eu conhecia era festivo e bem diferente e aquele meu dia parecia tão comum como outro qualquer. Eu via todas as crianças saudáveis e felizes por toda aquela localidade, entretanto, não havia o alvoroço delas com presentes novos para todo lado. O que teria havido com o dia 25 de dezembro que eu conhecia, o natal? Seguindo por aquele maravilhoso lugar, como num sonho e ainda não sabendo aonde ir vi que todos moravam em confortáveis propriedades de tamanhos bem grandes e em construções distantes não aglomeradas - coisa nova para mim. E tendo eu perguntado sobre as propriedades e os costumes do local me responderam: “Nós construímos casas e nelas habitamos. Plantamos vinhedos e comemos dos seus frutos. Aqui um não constrói para que outro tenha habitação enquanto ele mesmo fica sem a sua própria morada. Nem cultiva para que outros comam enquanto o agricultor fica sem o produto do seu próprio solo cultivado. Há bastante alimento até no alto dos montes. A nossa idade é como a das árvores, não termina, e cada um usufrui plenamente o trabalho das suas mãos; as mulheres não dão a luz para a perturbação. Antes que clamemos somos atendidos e enquanto ainda estamos falando já somos ouvidos. Somos uma descendência composta de escolhidos e nossos descendentes estão juntos conosco. Neste local, o lobo e o cordeiro pastam juntos como se fosse um só, o leopardo deita-se com o cabritinho, o bezerro junta-se ao leão, e o leão come palha como o touro. A serpente se alimenta do pó, a criança de peito brinca sobre a toca da naja e a criança desmamada coloca sua mão sobre a fresta da cobra venenosa. Não se faz nenhum dano neste santo lugar. Para isso os malfeitores foram decepados e nenhum iníquo mais existe. Acabaram-se as guerras. Os próprios mansos herdaram a Terra e todos se deleitam na abundância de paz; os justos possuíram a Terra e a habitam para todo o sempre. A carne dos velhos tornou-se tenra e nova como a das crianças. -“Mas, e os poderes militares, políticos e religiosos?”- perguntei. “Há só um poder, único, o divino, que pode ser único por ser perfeito. A Terra, finalmente, encheu-se do conhecimento do Soberano Deus, assim como as águas cobrem o próprio mar”- responderam. Foi aí que fiquei sabendo que eu era um dos terrestres sobre os quais eu ouvia falar quando eu ERA vivo: “Eis que o governo de Deus estará com a humanidade, e ele residirá com eles e eles serão os seus povos, e o próprio Deus enxugará todas as lágrimas dos seus olhos, e não haverá mais a morte, nem pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram. Eis que faço novas todas as coisas.” – Entendi também o que eu ouvia antigamente: “virá o dia em que todos os que estão nos túmulos memoriais ouvirão a sua voz e sairão.” – Ora, eu havia voltado, saído do túmulo da morte para a vida. E isso foi num dia 25 de dezembro; e o natal não mais existia, 25 era apenas um dia comum de dezembro como outro qualquer.

(nillo.gallindo@bol.com.br)