domingo, 1 de junho de 2014

ESPAÇO-TEMPO "TORTO" DE EINSTEIN

NOSSA EXPERIÊNCIA CASEIRA MOSTRA POR QUE "ENTORTA" E COMO ACONTECE A CURVATURA DO ESPAÇO-TEMPO OU O "ENTORTAMENTO", E ATÉ ESTA CRIANÇA QUE NELA AJUDOU, A ENTENDE




Crédito das fotos acima: Autor

O ENSINO ILUSTRATIVO PADRÃO COM TOALHAS, PANOS, COLCHÕES DE ESPUMA ETC. REPRESENTANDO O ESPAÇO-TEMPO, NÃO SÃO CORRETOS NEM CONVINCENTES POR SEREM IRREAIS OU BIDIMENSIONAIS, PORQUE A ESFERA É TRIDIMENSIONAL E O ESPAÇO QUE A ENVOLVE, OBVIAMENTE, TAMBÉM TEM QUE SER. EINSTEIN ENSINOU QUE NO ESPAÇO NÃO HÁ EMBAIXO, EM CIMA, NEM ESQUERDA OU DIREITA. NÃO PODE HAVER UMA "FORÇA OU PESO" DA ESFERA FORÇANDO "PARA BAIXO" COMO MOSTRAM AS ILUSTRAÇÕES TRADICIONAIS - APENAS COMO "EXEMPLO" DA IRREALIDADE MOSTRO O ABAIXO.

  Crédito da Foto - Google images e 
 petculturaludica.blogspot


ALÉM DESTE BLOG VEJA NO YOUTUBE:

Espaço -Tempo: Experiência Mostra Novo Ensino

Autor: Nillo Gallindo·Um vídeo: DURAÇÃO 4:29 minutos.

https://s.ytimg.com/yts/img/pixel-vfl3z5WfW.gif
VÍDEO (AUDIO VISUAL DVD MP4) Publicado em 26/05/2014 NO YOUTUBE
https://www.youtube.com/watch?v=zSg1p59OpDM


ESPAÇO – TEMPO   


Esta experiência imaginando e sugerindo uma deformação tridimensional do espaço em vídeo (audiovisual),  visa aposentar as tradicionais ilustrações da deformação do espaço-tempo ensinadas com toalhas, panos, colchões fofos, esponjas etc., que são inadequadas por serem bidimensionais e, portanto, não verdadeiras. Ora, o espaço não existe só “por baixo” de um astro, existe por cima e em toda a volta esférica dele, envolve-o totalmente. O espaço é como um oceano e os astros como peixes IMERSOS, DENTRO, EMBUTIDOS NELE.
TAMBÉM, É IMPORTANTE NOTAR UM GRANDE DETALHE:
NÃO É "MASSA" POR SI SÓ QUE DEFORMA O ESPAÇO-TEMPO; E SIM A ROTAÇÃO, O SPIN DA MASSA!  MASSA EM REPOUSO, ESTÁTICA; NÃO DEFORMARIA NADA! SENDO ASSIM, É A "CENTRIFUGAÇÃO DO ESPAÇO", PROVOCADA PELA ROTAÇÃO OU SPIN DE UM ASTRO QUE CAUSA A DEFORMAÇÃO DO ESPAÇO-TEMPO.
E caso alguém alegue que o material utilizado na nossa experiência "mineira" da "CENTRIFUGAÇÃO" não é o que constitui o espaço, lembre-se bem: "Toalhas, panos, colchões fofos, esponjas etc., também NÃO são e nunca foram espaço! O dia em que os homens descobrirem de que é constituído o espaço MALEÁVEL de Einstein, então, notarão que é a CENTRIFUGAÇÃO "DAQUILO", QUE O DEFORMA!




A CENTRIFUGAÇÃO DO ESPAÇO PROVOCADA PELA ROTAÇÃO OU SPIN DA MASSA
É A CAUSA DA DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO-TEMPO


ESTE ARTIGO MOSTRA UMA ILUSTRAÇÃO COERENTE EM EXPERIÊNCIA COM A CAUSA DA DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO – TEMPO

ESPAÇO FLEXÍVEL, MALEÁVEL DE ENSTEIN, O QUE SERÁ?
Como é difícil entender o conceito moderno de espaço, porque a entidade, ou a coisa, se estica e se encolhe, se dilata e se comprime como algo elástico! 
Como o espaço pode ser flexível, maleável, portanto algo físico no qual os astros se acomodam, giram e, ainda, ser “algo” existente naquele “aparente vazio” que enxergamos entre os astros ao olhar uma noite limpa e estrelada? É uma concepção bem estranha.
Como explicar o espaço?
Pelo menos, como tentar entendê-lo, se é que é possível?
Newton explica o movimento dos astros uns em torno dos outros no espaço pela sua “lei da gravidade”, ou “Lei da Gravitação Universal”, (eu a chamo carinhosamente de “lei do puxa-puxa”- aquela que diz: “Matéria atrai matéria, na razão direta do produto das massas e na razão inversa do quadrado das distâncias”.
Isto é, quanto maiores e próximas são as massas maior é a atração. E quanto mais distante estão as massas menor será a atração entre elas.
Newton supõe em sua teoria a existência de uma “força” de gravidade entre os astros.
No Ensino Médio é ensinado pela Física que isso se chama CAMPO GRAVITACIONAL.
Aprendemos ali que há uma interação gravitacional entre os astros e que para melhor entendimento deve-se usar o conceito de “campo”, significando que a presença de qualquer corpo no espaço “cria” ao seu redor um CAMPO GRAVITACIONAL. (o grifo é meu) - (Livro: Física para o Ensino Médio, do Professor Djalma Nunes da Silva Paraná - Editora Ática, 2a. edição, 1999, pg. 210).
E o que diz Einstein?
Einstein, com o progresso da ciência “melou” os conceitos do espaço rígido não flexível de Newton.
Se meditarmos nos conceitos de Einstein, a gravidade não é uma força de atração.
É como se disséssemos a Newton: “nada atrai nada!”, e os astros apenas “rolam” no espaço, que é algo como borracha ou esponja fofa, devido à curvatura ou depressões, canaletas, regos, leitos causados no espaço pela ação, “peso”, das massas.
Que diferença de conceitos! Para Einstein o espaço é UM TIPO DE ELÁSTICO AO INVÉS DO PUXA-PUXA NEWTONIANO.
Que grande batalha intelectual, “numa boa”, entre dois físicos gênios, Newton e Einstein. Discussão entre cérebros grandes!
Pelo conceito einsteiniano, sendo maior, certa massa deformará ou curvará o espaço (que é fofo, maleável) onde se move e ao redor de si mais do que outra massa de menor valor (“menor peso”), fazendo com que a menor “role” em torno dela - a maior.
Mas não nos interessa aqui a competição de conceitos entre os gênios Einstein e Newton. Queremos é tentar entender o que é o “tal espaço”. Que “coisa” é essa? Você tem alguma idéia? Você fica com a idéia do puxa-puxa de Newton ou com a idéia do “espaço elástico” de Einstein?
Eu fico com a idéia de Einstein da curvatura do espaço, pois parece ser muito lógica, mas não descarto totalmente a idéia de Newton sobre haver uma certa “força” de atração entre as massas.
Os astros têm, basicamente, a forma geométrica de volume esférico. (Provas? A Terra, a Lua, o Sol, os demais planetas e estrelas... há exceções, como os meteoros, etc.).
O espaço que circunda os astros esféricos, certamente tem que ter a mesma forma deles. Se o espaço fosse plano (bidimensional) e não esférico (tridimensional) as massas também seriam “planas”. Se o espaço for tido como “idéia de um plano”, terá que ser um plano de espessura bem considerável, ou  seja, um plano “bem grosso”.
Entendemos que tem que ser de forma esférica por meditarmos na luz do Sol (e das estrelas todas). A luz desses astros se espalha da esfera em todas as direções da forma esférica. Analogamente o espaço para conter todos os astros, terá que ser, se for plano, como já disse, um plano de considerável espessura.
Foi Einstein quem ensinou que no espaço não há “em cima, nem embaixo, nem esquerda e nem direita”.
Por certo a nossa Terra e os demais astros estão “mergulhados”, “imersos” no espaço (como os peixes estão mergulhados, imersos em meio à água do oceano) e não SOBRE ele como se fosse uma toalha ou um pano esticados que afundam com a presença das massas nas ilustrações frequentes e padronizadas no ensino de Física sobre a curvatura do espaço-tempo.
Ora, se raciocinarmos com a idéia de “como se o espaço fosse uma toalha estendida ou como se fosse uma esponja onde as massas as afundam”, então, teria que haver a noção do acima ou embaixo, porque, se as massas afundassem a “toalha” ou a “esponja”, a massa estaria indo ou forçando “para baixo”! Mas e “acima” da massa, não haveria nada? Não há espaço também?
Claro que há também espaço “acima” da massa enquanto existir a massa esférica, porque o espaço é tridimensional. Então, como vimos, não pode ser lógica a idéia do espaço plano como uma toalha de mesa ou esponja, afundadas por “peso” de massas  QUE PERMANECEM SOBRE ELAS, porque teríamos que pensar que o peso da massa seria só numa direção, afundando, afundando, afundando “para baixo”! No Universo, ou espaço, existe a noção do acima ou abaixo? Não.
Pelo exposto, esse tipo padrão de ilustração da Física para curvatura do espaço-tempo é incoerente, não explica, é irreal, não é condizente; porque está faltando ilustração da metade para cima do planeta. Senão vejamos:

Crédito da foto: Google images- digichen.com


Quem está em por cima ou por baixo da Terra, o brasileiro ou o japonês, visto que são antípodas? Qual deles está de cabeça para baixo ou de cabeça para cima? Não existe ESPAÇO sobre brasileiros e japoneses em seus países?
Então, tal pensamento sobre “toalha” ou “esponja” é ilógico, incoerente e não explica de maneira correta a deformação do espaço-tempo. Eu raciocino como se os astros fossem submarinos profundamente submersos e o espaço fosse o mar em volta deles. É este espaço que se expande enquanto o Universo se expande, parecendo haver a fuga das galáxias como que tendo partido de um centro comum para todas as direções - direções estas que ditam uma forma mais esférica do que qualquer outra. Como as massas são esféricas, o “ESPAÇO É CURVO”.
Curvo em razão do peso das massas, como disse Einstein. E como as massas são esféricas a “força de gravidade” newtoniana (se existir) age em todo o redor da “esfericidade”, mas cessando numa curva limite, curva esta que é a fronteira onde cessaria a “força”! Se pensarmos assim, dá para curvar a “força de gravidade” de Newton para harmonizá-la com o espaço curvo de Einstein. Pensando assim eu faço as pazes entre os dois conceitos divergentes daqueles dois gênios.

TODOS ESCREVEM QUASE QUE A MESMA COISA, O MESMO TEXTO COM QUASE AS MESMAS PALAVRAS SOBRE AS “TOALHAS OU PANOS ESTICADOS” PARA ILUSTRAR A DEFORMAÇÃO DO ESPAÇO - TEMPO

(Eis um texto muito bom com o crédito de http://profs.ccems.pt/PauloPortugal/PHYSICA/Deformao_do_espao_tempo/Deformao_do_espao_tempo.html Todavia, por ser muito bom, tal texto é divulgado por “outros muitos” como  notei na internet) – DIZ O TEXTO, na íntegra, do professor Paulo Portugal:

“Podemos "visualizar" o espaço-tempo como um pano esticado, segurado acima do solo, em que sobre ele é colocada uma esfera. Quanto maior a massa da esfera maior é a deformação produzida no pano. Assim, quanto maior a massa de um astro maior a deformação produzida no espaço-tempo, tendo até Einstein referido que a gravidade não era uma força mas sim a deformação do espaço-tempo.

Deste modo, uma esfera de grande massa (simbolizando o Sol) provoca uma concavidade no pano, a qual faz com que outra esfera, de menor massa (simbolizando a Terra), que esteja em movimento na sua proximidade, não siga o seu trajecto rectilíneo, mas seja apanhada pela deformação e descreva uma trajectória curvilínea em torno da primeira. Mas esta esfera também deforma o pano, provocando também uma concavidade, podendo "aprisionar" perto de si uma terceira esfera, de massa mais pequena (simbolizando a Lua). Deste modo podemos "visualizar" a deformação que a massa, e também a energia, uma vez que ambas se equivalem (E = mc2), produz no espaço.

O tempo também sofre deformação pois já foi referido que ele é relativo, i.e., depende do referencial inercial relativamente ao qual está a ser medido.
Então, se rodopiarmos a esfera colocada no pano esticado, este sofre um enrolamento.
Será que a Terra, em rotação em torno do seu eixo, produz um enrolamento do espaço-tempo?

Já em 1918, os físicos austríacos Joseph Lense e Hans Thirring, previram que um corpo com massa, e em rotação sobre si próprio, arrastaria o espaço-tempo.
Ignazio Ciufolini, da Universidade de Lecce (Itália), e Erricos Pavlis, da Universidade de Maryland (EUA), determinaram, com um grau de certeza de 90%, e com base na análise de mais de 100 milhões de sinais laser emitidos pelos satélites Lageos I e II, lançados pela NASA e pela Agência Espacial Italiana, em 1976 e 1992 respectivamente, que estes eram arrastados 1,9 m/ano devido à rotação da Terra.
Os satélites em órbita da Terra são apanhados por essa distorção do espaço-tempo, ou espaço-temporal, designada de efeito de Lense-Thirring, comprovando que Einstein tinha razão, mais uma vez! “ (Fim do texto do Professor Paulo Portugal)-.

VOLTANDO AO BRASIL, EXTREMA - MG, VAMOS VER UMA ILUSTRAÇÃO COERENTE PARA A CAUSA DA DEFORMAÇÃO DO ESPAÇO – TEMPO

Abandonemos as ilustrações com panos e toalhas esticadas, pois elas são bidimensionais e não explicam o fenômeno.
Vamos utilizar algo mais apropriado como ilustração para a deformação do espaço-tempo, uma ilustração mais coerente por ser TRIDIMENSIONAL.
Notaremos nesta experiência que não é apenas o “peso”  da massa que deforma o espaço-tempo mas sim a ROTAÇÃO da massa, ou seu SPIN.
Por essa experiência notamos que apenas MASSA IMÓVEL, ESTÁTICA, NÃO DEFORMA ESPAÇO; A ROTAÇÃO OU SPIN, SIM!
SERIA ALGO COMO JÁ em 1918, os físicos austríacos Joseph Lense e Hans Thirring, previram que um corpo com massa, e em rotação sobre si próprio, arrastaria o espaço-tempo?

Bem, na verdade EU SÓ LI SOBRE ESTES DOIS FÍSICOS E SUAS IDÉIAS DEPOIS que eu já havia feito a experiência. Gostei muito da idéia deles e fiquei surpreso por já pensarem isso em 1918. Se foi o que eles PREVIRAM (mas não fizeram experiência?!?), ENTÃO, aí está agora uma BOA EXPERIÊNCIA, QUE EFETUEI com utensílios caseiros e bem simples.

PARA QUEM ARGUMENTAR QUE O INGREDIENTE OU MATERIAL QUE UTILIZEI NA EXPERIÊNCIA NÃO É BEM APROPRIADO (ÁGUA) PORQUE O ESPAÇO “NÃO É ÁGUA”, JÁ LHE APRESENTO UM CONTRA-ARGUMENTO DE QUE, ENTÃO, PODEM RASGAR TODAS AS ILUSTRAÇÕES DA DEFORMAÇÃO DO ESPAÇO-TEMPO QUE ENSINAM E PUBLICAM COM “PANOS, TOALHAS E ESPONJAS”, PORQUE, ORA, TAIS INGREDIENTES OU MATERIAIS TAMBÉM NÃO SÃO ESPAÇO!

ALIÁS, O “ABACAXI” PRESENTE ALI NAS FOTOS INICIAIS É PARA MOSTRAR QUE AS ILUSTRAÇÕES OU EXPLICAÇÕES SOBRE A DEFORMAÇÃO DO ESPAÇO-TEMPO DADAS ATÉ HOJE, SÃO UM “ABACAXI” PARA A FÍSICA... ORA, ESTOU TENTANDO SÓ DESCASCAR TAL “ABACAXI”.  VAMOS LÁ COM A EXPERIÊNCIA “MINEIRA”?



EXPERIÊNCIA DA CAUSA QUE DEFORMA O ESPAÇO-TEMPO:
A CENTRIFUGAÇÃO DO ESPAÇO-TEMPO



1 - Nesta figura vemos algo como um aquário envolto numa toalha esticada, como são explicadas as ilustrações de o espaço ser algo como uma toalha ou pano ou colchão de espuma esticados. 

2 - Nesta figura vemos como Einstein ilustrou e a Física ensina hoje uma toalha, pano, ou colchão fofo que representam o espaço mas "cedendo" ou sendo deformado pela massa (ou 'peso' dela).



3 - É a mesma representação da figura 2.


4 - Nesta figura (v ista de perfil) vemos o aquário sem cobertura (que representa o Universo) está descoberto, cheio de água, sendo que a água representa o espaço e a massa de um planeta ou estrela  (bola de tênis) sobre a superfície da água (ou do espaço). Notemos que a massa aí, parada, em repouso ou sem movimento, NÃO DEFORMA EM NADA O ESPAÇO. O espaço simplesmente é como que "colado" na porção imersa em volta da massa sem nenhuma deformação. Deduzimos: se não há rotação ou SPIN da massa NÃO HÁ DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO.



5 - Nesta figura (vista de perfil) vemos o aquário sem cobertura (que representa o Universo) está descoberto, cheio de água, sendo que a água representa o espaço e a massa de um planeta ou estrela  (bola de tênis) MERGULHADA, IMERSA, SUBMERSA, DENTRO da água (ou do espaço). Notemos que a massa aí, parada, em repouso ou sem movimento, TAMBÉM NÃO DEFORMA EM NADA O ESPAÇO. O espaço simplesmente é como que "colado" em volta totalmente da massa sem nenhuma deformação. Deduzimos: se não há rotação ou SPIN da massa NÃO HÁ DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO.



6 - Nesta figura de um balde (vista de perfil) (balde maior que o aquário para a experiência) vemos o balde (que representa o Universo) está descoberto, cheio de água, sendo que a água representa o espaço e a massa de um planeta ou estrela  (bola de tênis) MERGULHADA, IMERSA, SUBMERSA, DENTRO da água (ou do espaço). Notemos que a massa aí, parada, em repouso ou sem movimento, TAMBÉM NÃO DEFORMA EM NADA O ESPAÇO. O espaço simplesmente é como que "colado" em volta totalmente da massa sem nenhuma deformação. Deduzimos: se não há rotação ou SPIN da massa NÃO HÁ DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO.


7 - Nesta figura do mesmo balde (vista de cima) vemos o balde (que representa o Universo) está descoberto, cheio de água, sendo que a água representa o espaço e a massa de um planeta ou estrela  (bola de tênis) MERGULHADA, IMERSA, SUBMERSA, DENTRO da água (ou do espaço). Notemos que a massa aí, parada, em repouso ou sem movimento, TAMBÉM NÃO DEFORMA EM NADA O ESPAÇO. O espaço simplesmente é como que "colado" em volta totalmente da massa sem nenhuma deformação. Deduzimos: se não há rotação ou SPIN da massa NÃO HÁ DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO. 


8 - Esta figura mostra que quando é iniciada a rotação ou SPIN da massa, aparece em torno dela a deformação ou curvatura do espaço DEVIDIDO UNICAMENTE À ROTAÇÃO OU AO SPIN DA MASSA. A massa aí na experiência está totalmente submersa EM MEIO AO ESPAÇO ou ao material que o representa na experiência, mas mesmo assim conseguimos enxerga-la olhando de cima do balde devido à grande deformação ou curvatura que soa rotação ou SPIN provoca no espaço em torno dela. A curvatura ou deformação ou CENTRIFUGAÇÃO do espaço é muito visível. A centrifugação, curvatura ou SPIN do espaço se dá no mesmo sentido da rotação ou SPIN da massa, isto é, se a massa tem rotação ou SPIN em sentido horário, a centrifugação do espaço, rotação ou SPIN dele se dará também em sentido horário. O sentido da centrifugação do espaço SEMPRE se dará no mesmo sentido do SPIN da massa. 


9 - Texto idem ao da figura 8.



10 - Texto idem ao da figura 8.



11- Texto idem ao da figura 8.



12 - Esta figura tem a mesma descrição do texto da figura 8, apenas levando em conta que a figura apresenta o balde com vista de perfil. Acrescentemos aí no texto da figura 8 que a massa nesta figura 12 é vista pouquinho abaixo do reflexo de luz. Note-se bem abaixo da massa em rotação ( com SPIN), forma-se como que a figura de um cone bem delineado no espaço delineando até à boca do balde, em efeito de cone no espaço em volta da massa, os efeitos de centrifugação do espaço em torno da massa.




6 - Aqui repito a figura 6 com seu texto inicial só para lembrar a importância da ROTAÇÃO OU SPIN DA MASSA, SEM OS QUAIS NÃO EXISTIRÁ CURVATURA DO ESPAÇO-TEMPO, RELEMBRE:Nesta figura de um balde (vista de perfil) (balde maior que o aquário para a experiência) vemos o balde (que representa o Universo) está descoberto, cheio de água, sendo que a água representa o espaço e a massa de um planeta ou estrela  (bola de tênis) MERGULHADA, IMERSA, SUBMERSA, DENTRO da água (ou do espaço). Notemos que a massa aí, parada, em repouso ou sem movimento, TAMBÉM NÃO DEFORMA EM NADA O ESPAÇO. O espaço simplesmente é como que "colado" em volta totalmente da massa sem nenhuma deformação. Deduzimos: se não há rotação ou SPIN da massa NÃO HÁ DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO.

7 - Aqui repito a figura 7, com seu texto, só para lembrar a importân cvia da ROTAÇÃO DA MASSA OU SPIN, SEM OS QUAIS NÃO EXISTIRÁ CURVATURA DO ESPAÇO- TEMPO, RELEMBRO:
Nesta figura do mesmo balde (vista de cima) vemos o balde (que representa o Universo) está descoberto, cheio de água, sendo que a água representa o espaço e a massa de um planeta ou estrela  (bola de tênis) MERGULHADA, IMERSA, SUBMERSA, DENTRO da água (ou do espaço). Notemos que a massa aí, parada, em repouso ou sem movimento, TAMBÉM NÃO DEFORMA EM NADA O ESPAÇO. O espaço simplesmente é como que "colado" em volta totalmente da massa sem nenhuma deformação. Deduzimos: se não há rotação ou SPIN da massa NÃO HÁ DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO. 


CENTRIFUGAÇÃO DO ESPAÇO
É QUE DEFORMA E CURVA O ESPAÇO-TEMPO

CRIANÇAS, DEVIDO A RISCOS, NÃO TENTEM FAZER A EXPERIÊNCIA EM CASA; É TRABALHO PARA ADULTOS.

Experiência efetuada por NILLO GALLINDO - EXTREMA – MG - BRAZIL
DISPONÍVEL TAMBÉM EM VÍDEO, * O autor, agradece à sua neta Leticia Chiavini Gallindo Dayko e Diovani Evanio Silva, pela assistência com manuseio dos utensílios no momento da realização da experiência. Tam bém ao bisnetinho Vinícius de Souza Dayko, na foto com 4 aninhos e hoje já conta com seis! Veja também no vídeo do YOUTUBE:  ESPAÇO-TEMPO: EXPERIÊNCIA MOSTRA NOVO ENSINO
https://www.youtube.com/watch?v=zSg1p59OpDM

(AGUARDEM MAIS, ESTE TEMA ESTÁ SENDO AUMENTADO)...


quinta-feira, 24 de abril de 2014

NEWTON ou EINSTEIN - Quem está certo?

GRAVIDADE

QUEM ESTÁ CERTO, NEWTON OU EINSTEIN?

COMO A MASSA CURVA O ESPAÇO-TEMPO DE EINSTEIN?

CHEGA, BASTA DE "TOALHAS FLEXÍVEIS ESTENDIDAS OU COLCHÕES MALEÁVEIS" COM BOLAS DE CHUMBO OU FERRO ROLANDO POR CIMA DELAS E AFUNDANDO-AS PARA ENSINAR COMO O "PESO DA MASSA" OU A MASSA, DEFORMA O ESPAÇO FAZENDO TODAS AS BOLAS ROLAREM POR ALI PELAS DEFORMAÇÕES OU VALAS.

COMO ILUSTRAÇÃO AQUELE NÃO É UM ENSINO CONVINCENTE E COMPLETO, PORQUE É SIMPLES FAZER A AFIRMAÇÃO DO CONCEITO UTILIZANDO FIGURAS BIDIMENSIONAIS. TODAVIA, COMO OS CORPOS QUE SE MOVEM NO ESPAÇO SÃO ESFÉRICOS OU TRIDIMENSIONAIS, AS ILUSTRAÇÕES DAS TOALHAS E ATÉ MALHAS ENTRELAÇADAS NÃO FUNCIONAM E DEIXAM  FALTANDO MUITA EXPLICAÇÃO CONVINCENTE!

ESTE TIPO "PADRÃO DE ILUSTRAÇÃO" UTILIZADA NA FÍSICA É BONITA, LINDA, MAS SÓ ELA NÃO CONVENCE, POR SER INCOERENTE,  PORQUE COMO DISSE O PRÓPRIO EINSTEIN "NO ESPAÇO NÃO HÁ EM CIMA, NÃO HÁ EMBAIXO, NÃO HÁ ESQUERDA NEM DIREITA."

ENTÃO COMO PODEM MOSTRAR ILUSTRAÇÕES DA MASSA "FORÇANDO 
COMO UM PESO PARA BAIXO"? ISSO É INCOERENTE, ERRADO.
A FÍSICA ENSINA A CURVATURA DO ESPAÇO-TEMPO CORRETAMENTE PELAS EQUAÇÕES DE EINSTEIN, MAS AS ILUSTRAÇÕES ESTÃO TOTALMENTE ERRADAS!
ENTÃO, APRESENTEM TAMBÉM ILUSTRAÇÕES CONDIZENTES, PORQUE UMA ILUSTRAÇÃO VALE MAIS QUE MILHARES DE PALAVRAS - JÁ DIZIAM OS MILENARES CHINESES. A ILUSTRAÇÃO TIPO PADRÃO MOSTRADA AÍ É ERRADA.

Credito ilustração Google images - digichem.org

ORA, GERALMENTE UM ASTRO É ESFÉRICO.
COMO FICARIA ENTÃO UMA ILUSTRAÇÃO VISUAL CONVINCENTE SOBRE A MASSA CURVAR O ESPAÇO?
COMO OS ARTISTAS DA FÍSICA ILUSTRARIAM, ENTÃO, AS "VALAS" DO ESPAÇO-TEMPO OU A CURVATURA NUM SISTEMA PLANETÁRIO INTEIRO OU NO UNIVERSO?
E AGORA? UM CONCEITO TÃO BONITO PRECISA TER ILUSTRAÇÕES CONVINCENTES.

                                                                               
                                                         Foto crédito Google images


MAS VAMOS AO TEMA : GRAVIDADE -QUEM ESTÁ CERTO NEWTON OU EINSTEIN?

PENSANDO EM ILUSTRAÇÕES, DÁ A IMPRESSÃO QUE O CONCEITO DE NEWTON É BEM MAIS FÁCIL E COERENTE DE SE ILUSTRAR. ISTO É, VISTO QUE UM ASTRO É ESFÉRICO, A FORÇA DE GRAVIDADE DA MASSA PARTE DE UM CENTRO COMUM COMO INFINITOS RAIOS PARA TODAS AS DIREÇÕES DA SUPERFÍCIE DA ESFERA, FORMANDO UM CAMPO GRAVITACIONAL AO REDOR DA ESFERA E, DAÍ, O CÉLEBRE "MATÉRIA ATRAI MATÉRIA NA RAZÃO DIRETA DAS MASSAS E NA RAZÃO INVERSA DO QUARADO DAS DSTÂNCIAS" -FORMULADO POR NEWTON.


Newton diz que HÁ UMA FORÇA DE GRAVIDADE! 
Einstein diz que   NÃO HÁ FORÇA DE GRAVIDADE: o espaço é maleável e molda "um rego, um leito, uma canaleta" para os corpos celestes "rolarem", e aí eles "rolam" tranquilamente!


Para Newton, como aprendemos na escola, a gravidade é uma força pela qual “matéria atrai matéria na razão direta das massas e na razão inversa do quadrado das distâncias”.

Mas depois,  no início do século XX, veio Einstein com sua Teoria da Relatividade e ensinou que não existe nenhuma força de atração gravitacional, repito, para Einstein não há uma força de atração entre os corpos celestes. O que ocorre é que a massa do corpo no espaço deforma-o e produz como que “valas”, “canaletas” pelas quais a massa rola, se move, viaja ou desliza.

Por exemplo, o Sol sendo a maior massa do sistema solar deforma todo o espaço em volta de si. 

Nessa deformação do espaço em torno do Sol os planetas, massas menores, rolam, se movem ou giram e, claro, cada um deformando mais o próprio espaço em torno de si também de acordo com o efeito de sua própria massa para que seus satélites os acompanhem.


O que você acha? Sobre a gravidade quem está certo, Newton ou Einstein?

Uma bobeira que eu penso às vezes é que, se existisse uma atração (ou força de gravidade entre as massas) se “matéria atraísse matéria”, quando ocorresse um alinhamento de planetas entre si e com o Sol, no período do alinhamento a “força”, a atração não seria interrompida momentaneamente "cortada" e o planeta, animado com seu movimento peculiar não “saltaria” um pouco de sua órbita original, mesmo que retornasse depois de cessar o alinhamento. A força de gravidade (ou atração) não teria sua ação interrompida da mesma forma que se colocarmos um isolante entre um imã e um objeto de ferro a atração se interrompe? 

Se pensarmos assim, então, a ideia de Einstein parece ser mais provável ou pelo menos “plausível”.
So, in this case, the Oscar goes to Einstein! (Então, neste caso, o Oscar vai para Einstein!)                               
                      
E o espaço seria o que? Aqui eu insiro um raciocínio meu e não da Física oficial. Imagino o espaço como um “campo” tridimensional que envolve a tudo no Universo como a água de um aquário envolve um peixe. Como Einstein ensinou: o espaço é maleável e se curva com a presença da massa. Ele ensinou sobre esta característica do espaço, mas não disse de que é feito “esta coisa espaço maleável” e nem disse o que permite a “coisa espaço” ser maleável. 

Figura A

Imagine estas duas "metades A e B" como juntas, como imagem de espaço tridimensional 
(MAS ESTA ILUSTRAÇÃO POR SI SÓ, ESTÁ ERRADA E INCOMPLETA)

                     Figura B
                                                 



Imagine as duas "metades" abaixo C e D como juntas para imagem espaço tridimensional
(MAS ESTA ILUSTRAÇÃO POR SI SÓ ESTÁ ERRADA E INCOMPLETA)
         
                      Figura C                                                                                       Figura D
 


Crédito dessas fotos ilustrativas, 
que aqui por necessidade do meu texto
tiveram invertidas as posições originais:
Astronomia.blog.br

Ilustração do autor

A circunferência do centro, no desenho, pretende representar o planeta Terra.
A circunferência pontilhada pretende representar o espaço ao redor da Terra.
Sendo assim, temos que imaginar o planeta aí desenhado em plano bidimensional  como sendo uma esfera tridimensional.
Portanto, a deformação do espaço ao redor de toda a esfera terrestre será algo também esférico, tridimensional.
Tal formato tridimensional, esférico para o espaço ao redor do planeta é que que eu pretendia mostrar em um só desenho mas, não havendo tal desenho, postei as quatro ilustrações das figuras A, B, C, D.
Com a amostra das 4 posições do planeta no espaço, juntando mentalmente as quatro posições podemos imaginar o espaço ESFÉRICO ao redor da esfericidade do planeta.

Como sabemos que uma esfera (astro) é tridimensional o espaço mesmo chamado de "plano" tem que ter certa espessura muito considerável, pois se  não o fosse como tal espaço caberia as esferas dos astros?

Então, aquela ilustração de uma toalha esticada mostrando ser o espaço-tempo onde a massa de uma estrela o deforma promovendo "afundamentos" para os astros rolarem em volta ( como um sistema solar de planetas em torno do Sol) tal ilustração NÃO É ADEQUADA, PORQUE NO ESPAÇO NÃO HÁ EM CIMA, NÃO HÁ EMBAIXO, NÃO HÁ ESQUERDA NEM DIREITA.

A ilustração teria que ser algo que mostrasse algo como que formando um túnel em torno completo da massa e que iria se abrindo à sua frente para a passagem e fechando-se em seguida após a passagem. Mas, com seria uma ilustração assim?

Até hoje a física seguidora do espaço tempo de Einstein não "bolou" nada a respeito; simplesmente nos mostram a história da "toalha flexível estendida", ISSO NÃO CONDIZ com a história das canaletas, regos, caminhos, depressões formadas pela massa no espaço, repetimos  PORQUE NO ESPAÇO NÃO HÁ EM CIMA, NÃO HÁ EMBAIXO, NÃO HÁ ESQUERDA NEM DIREITA. 



A MASSA CURVANDO O ESPAÇO-TEMPO

ESTE TIPO "PADRÃO DE ILUSTRAÇÃO" UTILIZADA NA FÍSICA É PATÉTICA, MEDÍOCRE E NÃO CONVENCE, POR SER INCOERENTE,  PORQUE NO ESPAÇO NÃO HÁ EM CIMA, NÃO HÁ EMBAIXO, NÃO HÁ ESQUERDA NEM DIREITA.

UM ASTRO É ESFÉRICO
COMO FICARIA ENTÃO A ILUSTRAÇÃO CONVINCENTE?
QUE SE HABILITEM A FAZER AS ILUSTRAÇÕES COERENTES OS QUE ENSINAM O ESPAÇO-TEMPO - ESTA INCOERÊNCIA ILUSTRATIVA NÃO PODE CONTINUAR!


Crédito da foto Google images:  digichem.org



TODAVIA, LEITORES, COMUNICO QUE ESTA SEMANA OCORREU-ME UMA BOA IDEIA DE COMO PODE SER UMA ILUSTRAÇÃO TRIDIMENSIONAL DO ESPAÇO-TEMPO, SUA CURVATURA E O QUE CAUSA SUA CURVATURA. ESTOU PREPARANDO A PUBLICAÇÃO PARA OS PRÓXIMOS DIAS. 
ACREDITO QUE A MINHA IDEIA ILUSTRATIVA COM FOTOS DE UMA EXPERIÊNCIA VAI ACABAR OU SUBSTITUIR O USO DE TODAS AS TOALHAS E MALHAS FLEXÍVEIS USADAS ATÉ HOJE.

ACESSEM O TÓPICO:
ESPAÇO-TEMPO "TORTO" DE EINSTEIN: EXPERIÊNCIA MOSTRA PORQUE ENTORTA E COMO ACONTECE A CURVATURA 

segunda-feira, 21 de abril de 2014

DE ONDE VIERAM AS ESTRELAS?



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http://blogdabibianadihl.blogspot.com.br/


VIERAM DO BIG BANG OU DO BIG DEUS?


ESSES HOMENS FANTÁSTICOS E SUAS MENTES MARAVILHOSAS


 "Muitos indícios nos fazem crer que o mundo estelar que enxergamos como uma soma de nebulosas espirais, não seja o verdadeiro Universo, mas que o Big Bang (a Grande Explosão) não passe de um acontecimento local, dentro da moldura de um cosmos mais vasto. Qual seja esse mundo super estelar em cujo interior vivemos sob as estrelas, assim como os parasitos da malária vivem por entre legiões de células sanguíneas, no ventre de um grande animal - isso ainda ultrapassa os nossos conhecimentos. Até Copérnico e Galileu a Terra era tida como centro imóvel do cosmos. Então, quando Copérnico e Galileu mostraram, cada um a seu tempo, que os corpos celestes eram esferas e que giravam ao redor do Sol, o cosmos passou a ter o Sol como centro. Mas depois William Herschel mostrou que o Sol é apenas uma das estrelas dentro de uma espiral com milhões de estrelas, a chamada Via-Láctea. A visão do cosmo passou a ser estelar. Depois foi descoberto que existem milhões de espirais estelares iguais à nossa. Então, aí, concepção do cosmos tornou-se galáctica. Todavia, eis que depois surge Einstein e ensina que o espaço é curvo, limitado, e o Universo que conhecemos não é o verdadeiro "Todo".
Mas Einstein foi além e ainda disse:
 “... Irmãos, para além dos astros habitam outros mundos."

Nos domínios da ciência não se rejeita pensamento algum, por mais fantástico que pareça; examina-se" - O texto acima é parte adaptada do Livro "O Átomo" - Edições Melhoramentos - 1950/60 - do Dr. Frtiz Kahn.-
Recordemos: Einstein disse:
“... Irmãos, para além dos astros habitam outros mundos.”
O que significa “além dos astros”?
O que é “habitam outros mundos”?

Baseados na frase de Einstein, podemos, então, imaginar uma equação da ETERNA ENERGIA DE DEUS, OU ENERGIA REMANESCENTE NO MUNDO ALÉM DAS ESTRELAS OU ALÉM DOS ASTROS?

É esta equação que o autor deste Blog em   http://deusequacaodaeternaenergia.blogspot .com   imagina ou postula. E para este postulado, o autor aqui tenta um pensamento ou imaginação mais ampla e abrangente sobre E = m.c2, pois foi o próprio Einstein, autor de E=m.c2 quem disse em algumas de suas frases:
"Esse é o caminho mais belo que uma teoria física pode assumir: quando ela abre caminho para uma teoria mais ampla, sem perder seu caráter individual. - Albert Einstein.

Einstein disse também outras frases como: "Eu quero saber como Deus criou este mundo. Não estou interessado neste ou naquele fenômeno, no espectro desse ou daquele elemento. Eu quero conhecer os pensamentos Dele (de Deus), o resto são detalhes. Deus é a lei e o legislador do Universo. Se, a princípio a ideia não é absurda, não há esperança para ela. Se os fatos não se encaixam na teoria, modifique os fatos." - Albert Einstein.

Albert Einstein - (fonte Google images) 

O QUE É O SURGIR E O DESVANECER NA NATUREZA?

(Baseado num texto do Dr. Fritz Kahn - escritor alemão, em 1950)


Demócrito já dizia 400 anos antes de Cristo: “Quando no mundo aparece uma “coisa” nova, na realidade não é nada de novo que surge, senão o fato de que os átomos invisíveis, que sempre existem, se juntam em bandos, como os pombos para a comida. Quando uma coisa “sumir”, nada se destrói, mas os átomos separam-se, como os pombos esvoaçam depois de se nutrirem, para tornarem a ficar sozinhos e invisíveis debaixo das cornijas até que, em dado momento, voltam a formar um bando. Quando no azul do céu se agrega uma nuvem, é porque grupos de átomos da água, que até então pairavam individualmente e, portanto, eram invisíveis, se acumularam para formar neblina visível e, quando a água de chuva se evapora das pedras úmidas, os átomos tornam a dispersar-se. A criança que cresce representa átomos que se acumulam em seu corpo, e o cadáver que se decompõe faz voltar à circulação da natureza os átomos que “temporariamente em nós se haviam juntado para o bem e para o mal”. O surgir e o desvanecer na natureza, portanto, nada mais são senão o agrupamento variante de átomos.” – Fritz Kahn – Livro: O Átomo – Edições Melhoramentos – Década de 60. A matéria do inteiro Universo é formada por átomos. A pergunta que a ciência não responde é: De onde veio a matéria do Universo? Para postular a ideia vou basear-me no fato cientificamente comprovado de que radiação pode transformar-se em matéria e matéria pode transformar-se em radiação. Isto é: “Matéria é energia concentrada e tornada visível; energia é matéria que se propaga invisivelmente em oscilações com a velocidade da luz.” – Fritz Kahn – Livro: O Átomo – Edições Melhoramentos – Brasil- (1960).

 BASE PARA O RACIOCÍNIO SOBRE EXISTÊNCIA DE UMA ENERGIA RESTANTE, Er (REMAINING ENERGY) FORA DO UNIVERSO - ALÉM DOS ASTROS 

Adaptação de um texto do Dr. Fritz Kahn – 1888 – 1968, médico e escritor alemão, contemporâneo de Einstein, e que teve seu apoio para imigrar para os Estados Unidos em 1941. Ele escreveu de maneira bem simples em seu livro “O Átomo”, publicado na década de 60, pela Edições Melhoramentos, sobre a:

Dr. Fritz Kahn - fonte Google images 

FORMAÇÃO DOS GRANDES ÁTOMOS DA TERRA

“A quantidade de energia necessária para unir tantos e tão obstinados prótons quanto os do núcleo do ferro ou até do urânio, parece enorme. Para fazer um núcleo dos 26 prótons do ferro necessita-se uma pressão de 7x10 elevado à 18ª atmosferas e de uma temperatura de 8 bilhões de graus. Nunca, nem nas suas mais quentes épocas primordiais, pôde a Terra ter tido essa temperatura ou ter fornecido aquela pressão... A terra deve ter herdado seus grandes átomos de país mais poderoso, os quais, aliás, não sabemos quais tenham sido. Não foi do Sol, pois este, também seria incapaz de tal façanha. Também não podiam ter sido outras estrelas, pois mesmo as mais quentes da Via Láctea não fornecem tanta energia para poder fazer “crescer o ferro”. Bem, isso foi escrito em 1950. De lá para cá o estudo sobre a gênese e evolução dos astros já mostrou novos conceitos. Por exemplo, núcleos de elementos pesados como ferro e do urânio, dizem os ensinos modernos, "são formados quando estrelas massivas muitas vezes maiores que o Sol, por exemplo umas 20 vezes maiores, "morrem", dando origem a uma Super Nova. A seguir veja parte de um texto do excelente artigo "Stellar Death (morte estelar) - Google" http://www.if.ufrgs.br/oei/stars/death/death_st.htm 

"... Há mais de 100 elementos químicos existentes na natureza e sua classificação leva à tabela periódica. Um dos grandes sucessos da teoria de evolução estelar foi sua capacidade de explicar a origem dos elementos. Alguns deles foram formados quando o Universo era bem jovem, logo após o Big Bang. Nesta época inicial, a matéria de todo o Universo estava a alta densidade e temperatura (esta última da ordem de dezenas de milhões de graus). A fusão nuclear nestes primeiros instantes produziu os elementos mais leves: hélio, lítio, berílio e boro. Todos os demais elementos, por outro lado, foram formados no interior de estrelas. Do carbono ao ferro, os núcleos atômicos foram formados pela fusão nuclear nas regiões centrais das estrelas. ... Onde são, então, produzidos outros núcleos pesados, que sabemos existir na natureza? Os elementos pesados também são produzidos na região central das estrelas massivas, ao explodirem como supernovas. ... todos os elementos mais pesados encontrados (radium, urânio, plutônio, etc) são formados em explosões de supernovas. Essas explosões também são responsáveis pelo enriquecimento do gás do meio interestelar, semeando com uma riqueza maior de elementos químicos as nuvens moleculares que geram novas estrelas e sistemas planetários em seu torno."

VAMOS RACIOCINAR SOBRE TAIS CONCEITOS 

Diz a Wikipédia sobre supernovas e é o mesmo que dizem todas as fontes: "De modo que, em nossa própria galáxia, só foram observadas, até agora, apenas 3 supernovas: em 1054, 1572, 1604, as quais, devido à data, não foram bem estudadas. E, além destas três, parecem ter sido cerca de 11 as supernovas que explodiram na Via Láctea nos últimos 20.000 anos, sempre em locais inobserváveis devido à poeira interestelar. Diante desses números e o observado em todo o universo, calcula-se que ocorram, em média, 3 supernovas por milênio, em cada lado de galáxia (só vemos um lado) que tenha 200.000.000.000 de estrelas. Comparando com o número de estrelas que formam uma galáxia, os cosmólogos podem estimar alguns valores, como a idade das galáxias ou, se quiserem, a idade do universo observável. Compare-se esse número com a média de 30.000 novas comuns no mesmo período. Ou seja, para cada 10.000 novas, há uma supernova. Partindo do pressuposto que ocorram 3 supernovas por milênio em nossa galaxia e, considerando que a idade da Via Láctea seja de entre 13 a 13,8 bilhões de anos, matematicamente podem ter ocorrido cerca de 39 milhões de explosões de supernovas em nossa própria galáxia.

Diz mais a Wikipédia SOBRE A FORMAÇÃO ATÔMICA pós Big Bang:

"O processo, ou a era da formação atômica, segundo alguns pesquisadores, durou cerca de um milhão de anos aproximadamente. À medida que se expandia a matéria, a radiação que permeava o meio se expandia simultaneamente pelo espaço, porém em velocidade muito maior, ultrapassando a primeira. Daquela energia irradiada sobraram alguns resquícios em forma de micro-ondas, que foram detectadas em 1965 por Arno A. Penzias e Robert W. Wilson, tendo sido chamada de radiação de fundo. O satélite COBE, em 1992, descobriu flutuações na radiação de fundo recebida que explicariam a formação das galáxias logo após a Grande Explosão. Um exemplo ilustrativo da expansão repentina a que se seguiu após o evento inicial, seria que a matéria comprimida num volume hipotético do tamanho de uma cabeça de alfinete, em torno de 1 mm de diâmetro, se expandiria para cerca de 2 mil vezes o tamanho do nosso sol. Antes de completar um segundo de idade, o Universo estava na era da formação dos prótons e nêutrons. Os nêutrons tendem a decair espontaneamente em prótons, porém prótons recém formados pelo decaimento não decaem. Devido a experimentos em aceleradores de partículas, sabe-se que o universo naquela era, (1 segundo aproximadamente), ficou com 7 prótons para cada nêutron — uma massa turbilhonante das partículas mais elementares. Era também mais denso do que o ferro e tão opaco que nenhuma luz conseguiria penetrá-lo. Outro dado apontado pelas pesquisas realizadas leva à cifra de aproximadamente 500 mil anos, em média, do resfriamento universal acelerado. Supõe-se que as partículas elementares, ao se fundirem formando hidrogênio e hélio, formaram imensos bolsões de gás que poderiam ter sido causados por pequenas alterações da gravidade, resultando assim em protogaláxias que teriam originado estrelas entre 1 e 2 bilhões de anos após o Big Bang. A evolução estelar aponta para as gigantes vermelhas e supernovas, que durante a sua vida, geraram o carbono e demais átomos. Todos os elementos, presume-se, seriam espalhados no meio interestelar a partir das supernovas; uma data limítrofe para esses eventos estaria em torno de 1,1 bilhão de anos após a explosão inicial. "As supernovas semearam nas galáxias a matéria-prima para posteriores nascimentos de estrelas."

CONCLUSÃO DO RACIOCÍNIO E UMA PERGUNTA NECESSÁRIA

PARADOXO FLAGRANTE EXISTE NO CONCEITO MOSTRADO NESSAS FRASES: 

"Supõe-se que as partículas elementares, ao se fundirem formando hidrogênio e hélio, formaram imensos bolsões de gás que poderiam ter sido causados por pequenas alterações da gravidade, resultando assim em protogaláxias que teriam originado estrelas entre 1 e 2 bilhões de anos após o Big Bang." "As supernovas semearam nas galáxias a matéria-prima para posteriores nascimentos de estrelas." Ora, eis como imagino o PARADOXO...

a) - Em uma galáxia, para 10.000 novas estrelas comuns explode UMA supernova apenas;

b) - Supernovas é que semeiam nas galáxias "matéria-prima para nascimentos de estrelas;

c) - As estrelas começaram a se formar entre 1 e 2 bilhões de anos APÓS o Big Bang;

d) - Ao se iniciar a formação de estrelas entre 1 e 2 bilhões anos APÓS o Big Bang, é óbvio que NÃO HAVIA NENHUMA SUPERNOVA.
POR QUÊ?
PORQUE SUPERNOVA SÓ EXISTE QUANDO UMA ESTRELA MUITO MASSIVA SE TORNA "IDOSA, VELHA" E TENDO ESGOTADO SEU COMBUSTÍVEL "EXPLODE"!
Aliás, esse termo supernova se deve apenas ao SUPERBRILHO (diferente de antes) da velha estrela que explodiu. O nome ou termo verdadeiro para tal estrela que "morreu" devia ser o termo mais correto e lógico, devia chamar-se: SUPERVELHA!
Então, se não havia ainda NENHUMA SUPERNOVA (OU SUPERVELHA), como elas poderiam ter "semeado nas galáxias matéria prima para nascimento de "estrelas"?
Este, no meu entendimento, é um enorme paradoxo, uma grande contradição pois:

Como pode uma coisa formada por "algo" vir à existência sem que o "algo formador" tenha existido? 
A CONCLUSÃO É QUE PARECE MESMO LÓGICO EXISTIR UMA ENERGIA MAIOR ALÉM DAS ESTRELAS E ANTES DAS ESTRELAS, NÃO É?

e) - A relação 1/10.000, isto é, para dez mil estrelas em "atividade ainda normal" APENAS UMA SUPERNOVA (supervelha, né?) EXPLODE devido sua "velhice"? Se é a supernova (ou supervelha) "que semeia matéria prima para o nascimento ou geração de estrelas", SÓ UMA SUPERNOVA (supervelha) SERIA SUFICIENTE PARA SEMEAR MATÉRIA PRIMA MESMO QUE DE FORMA PARCIAL PARA O NASCIMENTO DE DEZ MIL ESTRELAS (DIGO PARCIAL VISTO QUE OS GASES, POEIRA CÓSMICA E DEMAIS INGREDIENTES JÁ DEVEM EXISTIR NOS "BERÇÁRIOS")? E temos que nos lembrar que para não invalidar a relação 1 supernova para 10 mil estrelas de tamanho "comuns" ou menores, terá que nestas 10 mil estrelas nascidas haver, pelo menos UMA com massa enorme para se tornar no futuro outra supernova - caso contrário a relação 1/10.000 ficaria prejudicada! Um exemplo para raciocínio: Bastaria apenas a explosão de uma só supernova para o "nascimento" de 10 mil estrelas do tipo do nosso Sol e que por sua "pequena" massa jamais será uma super nova? UMA PERGUNTA NECESSÁRIA: Diante do fato no Universo da escassez ou da raridade de supernovas para a semeadura de matéria prima para formação de novas estrelas, ou seja, uma só para dez mil, diante da realidade de tantos bilhões de galáxias e de outros tantos bilhões de estrelas em cada uma (com um número ínfimo de supernovas já depois na existência do universo, e, principalmente, que durante muitos bilhões de anos depois do início AINDA não havia supernovas (pois as estrelas não teriam ficado velhas ainda), não podemos perguntar, DE ONDE VEIO A ENERGIA INICIAL, a alta temperatura e a alta pressão para "comprimir" ou prensar os núcleos dos GRANDE ÁTOMOS? 
Veio de além dos astros?

De acordo com nossa linha de raciocínio se perguntássemos a Einstein ele teria respondido (como respondeu): "... irmãos, para além dos astros habitam outros mundos." APESAR DA EXISTÊNCIA DOS BERÇÁRIOS ESTELARES, QUE SÃO REAIS NAS FOTOS, E DA PERGUNTA ACIMA, QUE É BEM PERTINENTE, SERÁ QUE NÃO EXISTE MAIS ALGUMA EXPLICAÇÃO PARA O SURGIMENTO DE "TODAS" AS ESTRELAS DO UNIVERSO? Desculpem, mas reconheçamos que parte de amantes da ciência, quando as experiências não comprovam o que buscam, são mestres em criar frases para "explicar ou desculpar" seus fracassos. Temos casos como:

a) Sobre a geração espontânea de vida, quando no século XX não conseguiram criar vida em laboratório passando uma faísca através de gases, disseram: "É que a atmosfera da Terra e o seu "caldo orgânico" quando a vida apareceu espontaneamente "era bem diferente"!

b) Quanto aos astros do Universo já disseram também que, num período posterior ao Big Bang as galáxias eram "bem diferentes" das de hoje e que as estrelas eram muito maiores, bem mais massivas e potentes e terminavam sua atividade nuclear em menor tempo que "hoje".

c) AGORA VAMOS AO MAIOR FEITO DE MÁGICA QUE JÁ EXISTIU:
Poderíamos conversar com uma criança de uns 6 anos de idade e perguntar-lhe o que ela acha. Primeiro, com a ajuda do telescópio Huble mostremos a ela todo o tamanho do imenso Universo em todos seus detalhes com suas energias e suas massas constando nos seus bilhões de galáxias e cada uma contendo bilhões de estrelas, das quais, nosso Sol é apenas uma das ditas pequenas. Não nos esqueçamos de mencionar todos os bilhões de planetas, luas, cometas, asteroides, gases e poeira cósmica. Após isso, mostremos à criança a cabecinha de um pequenino alfinete e digamos: "Todo esse imenso Universo que te mostrei, no seu início, estava COMPRIMIDO, GUARDADO, AMARRADO, CONTIDO, REPRIMIDO, SEGURO, PRESO dentro DE UM TAMANHO igual à 'esta cabecinha de alfinete'. E ainda mais: SEMPRE ESTEVE LÁ PRESO, ESCONDIDO, SEM NINGUÉM OU NADA TÊ-LO COLOCADO LÁ ! E, num certo momento, há uns 14 bilhões de anos, BUMMM !!!, aquele pontinho tipo cabecinha de alfinete EXPLODIU... e agora está aí todo o Universo diante dos teus olhos. Depois de contar a história pergunte à criança:

- "O que você acha, filho?"

Que resposta será que a criança daria quando você terminasse a história do Big Bang para ela?
A criança TEM VIDA, TEM INTELIGÊNCIA. A VIDA E A INTELIGÊNCIA, só podem estar presentes AQUI, no Universo material, se tais características como "HERANÇAS GENÉTICAS", tiverem sido "transmitidas", "REPASSADAS" para cá, inicialmente ORIUNDAS de ALGO com características também de VIDA E INTELIGÊNCIA prévias EXISTENTE PARA ALÉM DOS ASTROS.

SE VOCÊ É ATEU, PEÇO-LHE RESPEITOSAMENTE QUE NÃO SE OFENDA COM A PERGUNTA FEITA SOBRE ALGO ALÉM DAS ESTRELAS, EM ISAÍAS 40:25,26. CITO-A: "...

Levantai ao alto os vossos olhos e vede. Quem criou estas coisas (as estrelas, galáxias etc)? Foi Aquele que faz sair o exército delas até mesmo por número, chamando a todas elas por nome. Devido à (sua) abundância de energia dinâmica, sendo ele também vigoroso em poder não falta nem sequer uma delas”.

E se como história alternativa você contasse à mesma criança sobre Isaías 40:25,26 e falasse sobre uma PERSONALIDADE FONTE DE ENERGIA ETERNA, VIVA, INTELIGENTE E PODEROSÍSSIMA, que utilizando sua energia eterna originou o Universo material e tudo o que há nele?

E se depois de contar as duas histórias você perguntasse à criança: BIG BANG ou BIG DEUS? O que você acha que a criança responderia? 

Mostrando à criança as fotos abaixo poder-se-ia perguntar ainda: Todo esse imenso Universo, com tudo que ele contém e que já se expande por uns 14 bilhões de anos de idade, poderia ele estar numa gaiola do tamanho da cabeça de um alfinete mostrada na terceira foto? Por analogia ilustrativa, é como se o Universo hoje fosse um enorme pássaro voando e a cabeça do alfinete tivesse sido sua gaiola:
A GAIOLA PARA CONTER UM PÁSSARO PRECISA SER MAIOR QUE O PÁSSARO.

Crédito da foto Google images: explicatorium.com


Crédito da foto Google images: ciência - online.net


Crédito da foto alfinetes Google images - blog siga o sentido



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A GAIOLA PARA CONTER UM PÁSSARO PRECISA SER MAIOR QUE O PÁSSARO. 
COMO TODO O IMENSO UNIVERSO ESTAVA NA CABEÇA DE UM ALFINETE? 

É bom que as crianças conheçam um dos pensamentos de Einstein:
"... irmãos, para além dos astros habitam outros mundos."

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Para ver todos os detalhes da Equação da Eterna Energia de Deus acesse:

http://deusequacaodaeternaenergia.blogspot.com