domingo, 1 de março de 2015

DILATAÇÃO DO TEMPO OU PARADOXO DOS RELÓGIOS.
POR QUÊ?
A RESPOSTA DEFINITIVA !


                                                                                                                                                                                                                                                                                             










Clique no vídeo ou acesse:
https://www.youtube.com/watch?v=DNk_jcmQt0g
                                                                             
Publicado em 26 de fev de 2015

Descrição do tema do vídeo:

Veja uma equação de Lorentz. Com ela podemos calcular a dilatação do tempo, sendo que y é o resultado da equação e por este fator sempre dividiremos o tempo em repouso na Terra para achar o tempo dilatado no relógio em movimento. Calculei alguns exemplos.
Meu exemplo em números arredondados: A distância entre a Terra e o Sol é 150 milhões de km. A luz vem do Sol até a Terra com velocidade de 300.000 km/s e o relógio em repouso na Terra marca em 8,33 minutos. Mas se uma nave espacial voar do Sol à Terra numa velocidade constante de 90 por cento da velocidade da luz, 270 mil km/s, pela equação de Lorentz seu relógio de bordo marcará um tempo 2,29 menor que o tempo que a luz gasta ou seja, seu relógio de bordo marcará 3,63 minutos . O cálculo é assim:
8.3333 minutos dividido pelo fator de Lorentz que para 90 por cento da velocidade da luz é 2,29, o que resulta só em 3,63 minutos no relógio de bordo.

O que acontece, qual o motivo para o relógio a bordo da nave girar menos o relógio da Terra?
Existe alguma lei na física que explique este fenômeno? Sim, há, veja:

“Inércia é o nome que nós damos àquela propriedade de um corpo que o faz resistir à mudança de seu estado de repouso ou de movimento.”

A equação de Lorentz mostra uma regra: se a velocidade de uma nave aumenta o relógio de bordo diminui a rotação. Por quê? Nunca se disse isso na física, mas é devido O AUMENTO DA INÉRCIA. (Entenda no gráfico deste vídeo.)
Então, no meu entendimento a inércia ATUA no maquinário do relógio forçando-o a resistir a mudança de movimento e ele gira mais lento. Isso é o que causa o famoso paradoxo dos relógios que todo mundo fala na relatividade, mas ninguém explica por quê! A inércia é a causa do paradoxo dos relógios que se movem em velocidades diferentes.
A inércia é o grande segredo que faz o relógio a bordo de uma nave EM ALTA VELOCIDADE girar mais lento que o relógio “normal” em repouso na Terra.

VAMOS PROVAR ISSO COM UMA EXPERIÊNCIA EM LABORATÓRIO AO VIVO. IMAGINE QUE NOSSA NAVE É “UM FEIXE DE ELÉTRONS” VIAJANDO A INCRÍVEIS VELOCIDADES.

Este vídeo-aula foi um presente, uma cortesia feita a mim, para meu blog, pela Scientia Mundi. Trata-se de uma experiência em vídeo feito nos anos 60 de um trabalho de professores e físicos americanos da P.S.S.C. - (Physical Science Study Committee) – Publico aqui, mais uma vez, meus profundos agradecimentos à SCIENTIA MUNDI pela disponibilização do link do vídeo. Leia meu resumo primeiro, e copie o link aqui na “descrição” de meu vídeo. O link é:

http://www.scientiamundi.com.br/site/...

Resumo do vídeo, pense comigo:

Quando utilizadas energias como entre meio milhão de elétrons volts (0,5
mev) e até um milhão e meio de elétrons volts (1,5 mev), a velocidade do
feixe de elétrons aumenta bastante. Confira no vídeo.

Aumentando-se a energia entre um milhão e meio de elétrons volts (1,5 mev) até quatro milhões e meio de elétrons volts (4,5 mev) a velocidade dos elétrons chega quase à velocidade da luz (c). Confira no vídeo.

Todavia, utilizando-se maior valor de energia surge um grande e LINDO
paradoxo. Aumentando-se sempre mais e mais a energia como que entre quatro e meio milhões de elétrons volts (4,5 mev) e até 15 milhões de elétrons volts (15mev), a velocidade do feixe de elétrons, que já estava próxima da velocidade da luz ou quase c com energias menores, ou seja, entre 1,5 mev e 4,5 mev, NÃO AUMENTA MAIS, por mais e mais quantidade de energia que se utilize. O aumento de energia tende ao infinito e não produz nenhum aumento de velocidade! O que se comprova aí?

Primeiro, que a velocidade da luz, c, (arredondadamente 300.000 km/s) é a
VELOCIDADE LIMITE PARA QUALQUER CORPO.

Segundo: A experiência foi produzida para se comprovar a velocidade limite, mas se alargarmos o raciocínio podemos perceber na experiência, uma segunda conseqüência , ou PROVA do FENÔMENO DA INÉRCIA.

Em física significa que essas energias foram um trabalho aplicado sobre um corpo para aumentar sua velocidade, seu estado de movimento.

Citemos Einstein quando comentou aceleração de elétrons:
Einstein reconheceu:
“ Se um trabalho é aplicado sobre um corpo e não aumenta sua velocidade ele deve ter aumentado sua inércia, justamente a dificuldade de alterar seu estado de movimento.”
Então, CONCLUO, é a inércia que dificulta, segura e breca o movimento maior do feixe de elétrons na experiência que você viu.
Esta mesma inércia é que segura, breca e diminui o movimento do maquinário de um relógio quando ele está em uma nave com altíssima velocidade.

Pergunta: O QUE CAUSA A DILATAÇÃO DO TEMPO ou PARADOXO DOS RELÓGIOS?
Resposta: A INÉRCIA.

sábado, 1 de novembro de 2014

Extraterrestre, habitante do "Planeta dos Alquimistas", está entre nós, veja...

Meu e-mail é: extraterrestrekilvan@bol.com.br
Eu sou um extraterrestre. Meu nome é Kilvan. Sou habitante do Planeta dos Alquimistas. 
Estou na Terra entre vocês...














Esta é a capa original do livro que conta em detalhes toda a história do "Planeta dos Alquimistas", onde eu vivo.
Abaixo uma foto com crédito do "Google images- fotosimagens.net" ou ainda http://blogdabibianadihl.blogspot.com.br/ representando parte do Universo.


VOCÊ JÁ LEU O LIVRO DA NASA INTITULADO:

Arqueología, AntropologIa e Comunicação Interestelar. http://www.nasa.gov/sites/default/files/files/Archaeology_Anthropology_and_Interstellar_Communication_TAGGED.pdf

A NASA PUBLICOU O LIVRO ACIMA SOBRE POSSIBILIDADE DE VIDA EM OUTROS PLANETAS QUE EXISTEM AOS MILHÕES NO UNIVERSO.
A NASA  PROGREDIU TANTO EM TECNOLOGIA MAS RETORNOU AOS CONCEITOS DE AUTORES ANTIGOS COM TESES PARECIDAS ÀS DE ERICK VON DANIKEN E OUTROS.
 
A NASA ESTÁ ATÉ TREINANDO PESSOAS PARA TAIS CONTATOS.

ESSES ASSUNTOS PERMEIAM A INTERNET DOS TERRESTRES POR MEIO DE VARIADAS POSTAGENS NO GOOGLE. QUER VER? CLIQUE NO SITE ACIMA MENCIONADO!



PARABÉNS À NASA PELO ESFORÇO. 

TODAVIA, "EU SOU UM EXTRATERRESTRE E ESTOU NO MEIO DE VOCÊS!"


Meu email é:

extraterrestrekilvan@bol.com.br


Eu sou um extraterrestre.

Meu nome é Kilvan.


Sou habitante do Planeta dos Alquimistas.

Estou no planeta Terra entre vocês, não interessa onde pois vocês têm meu e-mail..

Ninguém pode me reconhecer porque sou igual aos humanos.

Na Terra procuro um ex-astronauta chamado JAMES. Ele escreveu nossa História..

James esteve em meu planeta há muitos anos.

Ele chegou lá após uma viagem de trinta anos de duração.

Sua nave teve lá um pouso acidentado, mas ele sobreviveu e ficou dois anos entre nós lá.

James aprendeu todos os segredos da juventude eterna sem doenças nem morte.

Depois James retornou para a Terra trazendo a fórmula da nossa eterna juventude sem morte.

James escreveu um livro contando tudo sobre meu planeta.

Se você me enviar um e-mail com alguma pergunta receberá GRÁTIS em seu e-mail o Livro que James escreveu, intitulado "O PLANETA DOS ALQUIMISTAS". Note que não basta pedir o livro, é preciso junto com o pedido fazer pelo menos UMA pergunta.

James, o astronauta terrestre, me prometeu voltar ao meu planeta, mas até hoje não retornou.

Percebo que James não divulgou ainda aos terrestres o nosso segredo de vida em eterna juventude pois noto que seu planeta continua na mesma situação com política, fronteiras, guerras, doenças; e ainda ficam velhos e morrem!

James deixou lá em meu planeta uma moça pela qual se apaixonou, e ela, apesar de eterna, tem saudades dele.Ela o espera!

Por isso eu, Kilvan, habitante de outro planeta, 30 anos distante da Terra, deixo aqui meu email:

extraterrestrekilvan@bol.com.br

Quem tiver informações sobre James, o ex - astronauta me dê informações.


E também, quem quiser fazer qualquer pergunta sobre meu planeta e nossa civilização, basta me enviar e-mail que responderei imediatamente. Como já disse, caso deseje, lhe enviarei também o Livro, grátis!

Na ilustração da capa do Livro, acima, vejam a moça apaixonada por JAMES enquanto ele descreve seu amor a ela e preparava-se para retornar à Terra trazendo nosso segredo de juventude eterna para os terrestres.

Crianças, jovens ou adultos, participem também deste sonho que se transformará em grande realidade.

Escrevam-me, relembro o e-mail

extraterrestrekilvan@bol.com.br



domingo, 1 de junho de 2014

ESPAÇO-TEMPO "TORTO" DE EINSTEIN

NOSSA EXPERIÊNCIA CASEIRA MOSTRA POR QUE "ENTORTA" E COMO ACONTECE A CURVATURA DO ESPAÇO-TEMPO OU O "ENTORTAMENTO", E ATÉ ESTA CRIANÇA QUE NELA AJUDOU, A ENTENDE




Crédito das fotos acima: Autor

O ENSINO ILUSTRATIVO PADRÃO COM TOALHAS, PANOS, COLCHÕES DE ESPUMA ETC. REPRESENTANDO O ESPAÇO-TEMPO, NÃO SÃO CORRETOS NEM CONVINCENTES POR SEREM IRREAIS OU BIDIMENSIONAIS, PORQUE A ESFERA É TRIDIMENSIONAL E O ESPAÇO QUE A ENVOLVE, OBVIAMENTE, TAMBÉM TEM QUE SER. EINSTEIN ENSINOU QUE NO ESPAÇO NÃO HÁ EMBAIXO, EM CIMA, NEM ESQUERDA OU DIREITA. NÃO PODE HAVER UMA "FORÇA OU PESO" DA ESFERA FORÇANDO "PARA BAIXO" COMO MOSTRAM AS ILUSTRAÇÕES TRADICIONAIS - APENAS COMO "EXEMPLO" DA IRREALIDADE MOSTRO O ABAIXO.

  Crédito da Foto - Google images e 
 petculturaludica.blogspot


ALÉM DESTE BLOG VEJA NO YOUTUBE:

Espaço -Tempo: Experiência Mostra Novo Ensino

Autor: Nillo Gallindo·Um vídeo: DURAÇÃO 4:29 minutos.

https://s.ytimg.com/yts/img/pixel-vfl3z5WfW.gif
VÍDEO (AUDIO VISUAL DVD MP4) Publicado em 26/05/2014 NO YOUTUBE
https://www.youtube.com/watch?v=zSg1p59OpDM


ESPAÇO – TEMPO   


Esta experiência imaginando e sugerindo uma deformação tridimensional do espaço em vídeo (audiovisual),  visa aposentar as tradicionais ilustrações da deformação do espaço-tempo ensinadas com toalhas, panos, colchões fofos, esponjas etc., que são inadequadas por serem bidimensionais e, portanto, não verdadeiras. Ora, o espaço não existe só “por baixo” de um astro, existe por cima e em toda a volta esférica dele, envolve-o totalmente. O espaço é como um oceano e os astros como peixes IMERSOS, DENTRO, EMBUTIDOS NELE.
TAMBÉM, É IMPORTANTE NOTAR UM GRANDE DETALHE:
NÃO É "MASSA" POR SI SÓ QUE DEFORMA O ESPAÇO-TEMPO; E SIM A ROTAÇÃO, O SPIN DA MASSA!  MASSA EM REPOUSO, ESTÁTICA; NÃO DEFORMARIA NADA! SENDO ASSIM, É A "CENTRIFUGAÇÃO DO ESPAÇO", PROVOCADA PELA ROTAÇÃO OU SPIN DE UM ASTRO QUE CAUSA A DEFORMAÇÃO DO ESPAÇO-TEMPO.
E caso alguém alegue que o material utilizado na nossa experiência "mineira" da "CENTRIFUGAÇÃO" não é o que constitui o espaço, lembre-se bem: "Toalhas, panos, colchões fofos, esponjas etc., também NÃO são e nunca foram espaço! O dia em que os homens descobrirem de que é constituído o espaço MALEÁVEL de Einstein, então, notarão que é a CENTRIFUGAÇÃO "DAQUILO", QUE O DEFORMA!




A CENTRIFUGAÇÃO DO ESPAÇO PROVOCADA PELA ROTAÇÃO OU SPIN DA MASSA
É A CAUSA DA DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO-TEMPO


ESTE ARTIGO MOSTRA UMA ILUSTRAÇÃO COERENTE EM EXPERIÊNCIA COM A CAUSA DA DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO – TEMPO

ESPAÇO FLEXÍVEL, MALEÁVEL DE ENSTEIN, O QUE SERÁ?
Como é difícil entender o conceito moderno de espaço, porque a entidade, ou a coisa, se estica e se encolhe, se dilata e se comprime como algo elástico! 
Como o espaço pode ser flexível, maleável, portanto algo físico no qual os astros se acomodam, giram e, ainda, ser “algo” existente naquele “aparente vazio” que enxergamos entre os astros ao olhar uma noite limpa e estrelada? É uma concepção bem estranha.
Como explicar o espaço?
Pelo menos, como tentar entendê-lo, se é que é possível?
Newton explica o movimento dos astros uns em torno dos outros no espaço pela sua “lei da gravidade”, ou “Lei da Gravitação Universal”, (eu a chamo carinhosamente de “lei do puxa-puxa”- aquela que diz: “Matéria atrai matéria, na razão direta do produto das massas e na razão inversa do quadrado das distâncias”.
Isto é, quanto maiores e próximas são as massas maior é a atração. E quanto mais distante estão as massas menor será a atração entre elas.
Newton supõe em sua teoria a existência de uma “força” de gravidade entre os astros.
No Ensino Médio é ensinado pela Física que isso se chama CAMPO GRAVITACIONAL.
Aprendemos ali que há uma interação gravitacional entre os astros e que para melhor entendimento deve-se usar o conceito de “campo”, significando que a presença de qualquer corpo no espaço “cria” ao seu redor um CAMPO GRAVITACIONAL. (o grifo é meu) - (Livro: Física para o Ensino Médio, do Professor Djalma Nunes da Silva Paraná - Editora Ática, 2a. edição, 1999, pg. 210).
E o que diz Einstein?
Einstein, com o progresso da ciência “melou” os conceitos do espaço rígido não flexível de Newton.
Se meditarmos nos conceitos de Einstein, a gravidade não é uma força de atração.
É como se disséssemos a Newton: “nada atrai nada!”, e os astros apenas “rolam” no espaço, que é algo como borracha ou esponja fofa, devido à curvatura ou depressões, canaletas, regos, leitos causados no espaço pela ação, “peso”, das massas.
Que diferença de conceitos! Para Einstein o espaço é UM TIPO DE ELÁSTICO AO INVÉS DO PUXA-PUXA NEWTONIANO.
Que grande batalha intelectual, “numa boa”, entre dois físicos gênios, Newton e Einstein. Discussão entre cérebros grandes!
Pelo conceito einsteiniano, sendo maior, certa massa deformará ou curvará o espaço (que é fofo, maleável) onde se move e ao redor de si mais do que outra massa de menor valor (“menor peso”), fazendo com que a menor “role” em torno dela - a maior.
Mas não nos interessa aqui a competição de conceitos entre os gênios Einstein e Newton. Queremos é tentar entender o que é o “tal espaço”. Que “coisa” é essa? Você tem alguma idéia? Você fica com a idéia do puxa-puxa de Newton ou com a idéia do “espaço elástico” de Einstein?
Eu fico com a idéia de Einstein da curvatura do espaço, pois parece ser muito lógica, mas não descarto totalmente a idéia de Newton sobre haver uma certa “força” de atração entre as massas.
Os astros têm, basicamente, a forma geométrica de volume esférico. (Provas? A Terra, a Lua, o Sol, os demais planetas e estrelas... há exceções, como os meteoros, etc.).
O espaço que circunda os astros esféricos, certamente tem que ter a mesma forma deles. Se o espaço fosse plano (bidimensional) e não esférico (tridimensional) as massas também seriam “planas”. Se o espaço for tido como “idéia de um plano”, terá que ser um plano de espessura bem considerável, ou  seja, um plano “bem grosso”.
Entendemos que tem que ser de forma esférica por meditarmos na luz do Sol (e das estrelas todas). A luz desses astros se espalha da esfera em todas as direções da forma esférica. Analogamente o espaço para conter todos os astros, terá que ser, se for plano, como já disse, um plano de considerável espessura.
Foi Einstein quem ensinou que no espaço não há “em cima, nem embaixo, nem esquerda e nem direita”.
Por certo a nossa Terra e os demais astros estão “mergulhados”, “imersos” no espaço (como os peixes estão mergulhados, imersos em meio à água do oceano) e não SOBRE ele como se fosse uma toalha ou um pano esticados que afundam com a presença das massas nas ilustrações frequentes e padronizadas no ensino de Física sobre a curvatura do espaço-tempo.
Ora, se raciocinarmos com a idéia de “como se o espaço fosse uma toalha estendida ou como se fosse uma esponja onde as massas as afundam”, então, teria que haver a noção do acima ou embaixo, porque, se as massas afundassem a “toalha” ou a “esponja”, a massa estaria indo ou forçando “para baixo”! Mas e “acima” da massa, não haveria nada? Não há espaço também?
Claro que há também espaço “acima” da massa enquanto existir a massa esférica, porque o espaço é tridimensional. Então, como vimos, não pode ser lógica a idéia do espaço plano como uma toalha de mesa ou esponja, afundadas por “peso” de massas  QUE PERMANECEM SOBRE ELAS, porque teríamos que pensar que o peso da massa seria só numa direção, afundando, afundando, afundando “para baixo”! No Universo, ou espaço, existe a noção do acima ou abaixo? Não.
Pelo exposto, esse tipo padrão de ilustração da Física para curvatura do espaço-tempo é incoerente, não explica, é irreal, não é condizente; porque está faltando ilustração da metade para cima do planeta. Senão vejamos:

Crédito da foto: Google images- digichen.com


Quem está em por cima ou por baixo da Terra, o brasileiro ou o japonês, visto que são antípodas? Qual deles está de cabeça para baixo ou de cabeça para cima? Não existe ESPAÇO sobre brasileiros e japoneses em seus países?
Então, tal pensamento sobre “toalha” ou “esponja” é ilógico, incoerente e não explica de maneira correta a deformação do espaço-tempo. Eu raciocino como se os astros fossem submarinos profundamente submersos e o espaço fosse o mar em volta deles. É este espaço que se expande enquanto o Universo se expande, parecendo haver a fuga das galáxias como que tendo partido de um centro comum para todas as direções - direções estas que ditam uma forma mais esférica do que qualquer outra. Como as massas são esféricas, o “ESPAÇO É CURVO”.
Curvo em razão do peso das massas, como disse Einstein. E como as massas são esféricas a “força de gravidade” newtoniana (se existir) age em todo o redor da “esfericidade”, mas cessando numa curva limite, curva esta que é a fronteira onde cessaria a “força”! Se pensarmos assim, dá para curvar a “força de gravidade” de Newton para harmonizá-la com o espaço curvo de Einstein. Pensando assim eu faço as pazes entre os dois conceitos divergentes daqueles dois gênios.

TODOS ESCREVEM QUASE QUE A MESMA COISA, O MESMO TEXTO COM QUASE AS MESMAS PALAVRAS SOBRE AS “TOALHAS OU PANOS ESTICADOS” PARA ILUSTRAR A DEFORMAÇÃO DO ESPAÇO - TEMPO

(Eis um texto muito bom com o crédito de http://profs.ccems.pt/PauloPortugal/PHYSICA/Deformao_do_espao_tempo/Deformao_do_espao_tempo.html Todavia, por ser muito bom, tal texto é divulgado por “outros muitos” como  notei na internet) – DIZ O TEXTO, na íntegra, do professor Paulo Portugal:

“Podemos "visualizar" o espaço-tempo como um pano esticado, segurado acima do solo, em que sobre ele é colocada uma esfera. Quanto maior a massa da esfera maior é a deformação produzida no pano. Assim, quanto maior a massa de um astro maior a deformação produzida no espaço-tempo, tendo até Einstein referido que a gravidade não era uma força mas sim a deformação do espaço-tempo.

Deste modo, uma esfera de grande massa (simbolizando o Sol) provoca uma concavidade no pano, a qual faz com que outra esfera, de menor massa (simbolizando a Terra), que esteja em movimento na sua proximidade, não siga o seu trajecto rectilíneo, mas seja apanhada pela deformação e descreva uma trajectória curvilínea em torno da primeira. Mas esta esfera também deforma o pano, provocando também uma concavidade, podendo "aprisionar" perto de si uma terceira esfera, de massa mais pequena (simbolizando a Lua). Deste modo podemos "visualizar" a deformação que a massa, e também a energia, uma vez que ambas se equivalem (E = mc2), produz no espaço.

O tempo também sofre deformação pois já foi referido que ele é relativo, i.e., depende do referencial inercial relativamente ao qual está a ser medido.
Então, se rodopiarmos a esfera colocada no pano esticado, este sofre um enrolamento.
Será que a Terra, em rotação em torno do seu eixo, produz um enrolamento do espaço-tempo?

Já em 1918, os físicos austríacos Joseph Lense e Hans Thirring, previram que um corpo com massa, e em rotação sobre si próprio, arrastaria o espaço-tempo.
Ignazio Ciufolini, da Universidade de Lecce (Itália), e Erricos Pavlis, da Universidade de Maryland (EUA), determinaram, com um grau de certeza de 90%, e com base na análise de mais de 100 milhões de sinais laser emitidos pelos satélites Lageos I e II, lançados pela NASA e pela Agência Espacial Italiana, em 1976 e 1992 respectivamente, que estes eram arrastados 1,9 m/ano devido à rotação da Terra.
Os satélites em órbita da Terra são apanhados por essa distorção do espaço-tempo, ou espaço-temporal, designada de efeito de Lense-Thirring, comprovando que Einstein tinha razão, mais uma vez! “ (Fim do texto do Professor Paulo Portugal)-.

VOLTANDO AO BRASIL, EXTREMA - MG, VAMOS VER UMA ILUSTRAÇÃO COERENTE PARA A CAUSA DA DEFORMAÇÃO DO ESPAÇO – TEMPO

Abandonemos as ilustrações com panos e toalhas esticadas, pois elas são bidimensionais e não explicam o fenômeno.
Vamos utilizar algo mais apropriado como ilustração para a deformação do espaço-tempo, uma ilustração mais coerente por ser TRIDIMENSIONAL.
Notaremos nesta experiência que não é apenas o “peso”  da massa que deforma o espaço-tempo mas sim a ROTAÇÃO da massa, ou seu SPIN.
Por essa experiência notamos que apenas MASSA IMÓVEL, ESTÁTICA, NÃO DEFORMA ESPAÇO; A ROTAÇÃO OU SPIN, SIM!
SERIA ALGO COMO JÁ em 1918, os físicos austríacos Joseph Lense e Hans Thirring, previram que um corpo com massa, e em rotação sobre si próprio, arrastaria o espaço-tempo?

Bem, na verdade EU SÓ LI SOBRE ESTES DOIS FÍSICOS E SUAS IDÉIAS DEPOIS que eu já havia feito a experiência. Gostei muito da idéia deles e fiquei surpreso por já pensarem isso em 1918. Se foi o que eles PREVIRAM (mas não fizeram experiência?!?), ENTÃO, aí está agora uma BOA EXPERIÊNCIA, QUE EFETUEI com utensílios caseiros e bem simples.

PARA QUEM ARGUMENTAR QUE O INGREDIENTE OU MATERIAL QUE UTILIZEI NA EXPERIÊNCIA NÃO É BEM APROPRIADO (ÁGUA) PORQUE O ESPAÇO “NÃO É ÁGUA”, JÁ LHE APRESENTO UM CONTRA-ARGUMENTO DE QUE, ENTÃO, PODEM RASGAR TODAS AS ILUSTRAÇÕES DA DEFORMAÇÃO DO ESPAÇO-TEMPO QUE ENSINAM E PUBLICAM COM “PANOS, TOALHAS E ESPONJAS”, PORQUE, ORA, TAIS INGREDIENTES OU MATERIAIS TAMBÉM NÃO SÃO ESPAÇO!

ALIÁS, O “ABACAXI” PRESENTE ALI NAS FOTOS INICIAIS É PARA MOSTRAR QUE AS ILUSTRAÇÕES OU EXPLICAÇÕES SOBRE A DEFORMAÇÃO DO ESPAÇO-TEMPO DADAS ATÉ HOJE, SÃO UM “ABACAXI” PARA A FÍSICA... ORA, ESTOU TENTANDO SÓ DESCASCAR TAL “ABACAXI”.  VAMOS LÁ COM A EXPERIÊNCIA “MINEIRA”?



EXPERIÊNCIA DA CAUSA QUE DEFORMA O ESPAÇO-TEMPO:
A CENTRIFUGAÇÃO DO ESPAÇO-TEMPO



1 - Nesta figura vemos algo como um aquário envolto numa toalha esticada, como são explicadas as ilustrações de o espaço ser algo como uma toalha ou pano ou colchão de espuma esticados. 

2 - Nesta figura vemos como Einstein ilustrou e a Física ensina hoje uma toalha, pano, ou colchão fofo que representam o espaço mas "cedendo" ou sendo deformado pela massa (ou 'peso' dela).



3 - É a mesma representação da figura 2.


4 - Nesta figura (v ista de perfil) vemos o aquário sem cobertura (que representa o Universo) está descoberto, cheio de água, sendo que a água representa o espaço e a massa de um planeta ou estrela  (bola de tênis) sobre a superfície da água (ou do espaço). Notemos que a massa aí, parada, em repouso ou sem movimento, NÃO DEFORMA EM NADA O ESPAÇO. O espaço simplesmente é como que "colado" na porção imersa em volta da massa sem nenhuma deformação. Deduzimos: se não há rotação ou SPIN da massa NÃO HÁ DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO.



5 - Nesta figura (vista de perfil) vemos o aquário sem cobertura (que representa o Universo) está descoberto, cheio de água, sendo que a água representa o espaço e a massa de um planeta ou estrela  (bola de tênis) MERGULHADA, IMERSA, SUBMERSA, DENTRO da água (ou do espaço). Notemos que a massa aí, parada, em repouso ou sem movimento, TAMBÉM NÃO DEFORMA EM NADA O ESPAÇO. O espaço simplesmente é como que "colado" em volta totalmente da massa sem nenhuma deformação. Deduzimos: se não há rotação ou SPIN da massa NÃO HÁ DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO.



6 - Nesta figura de um balde (vista de perfil) (balde maior que o aquário para a experiência) vemos o balde (que representa o Universo) está descoberto, cheio de água, sendo que a água representa o espaço e a massa de um planeta ou estrela  (bola de tênis) MERGULHADA, IMERSA, SUBMERSA, DENTRO da água (ou do espaço). Notemos que a massa aí, parada, em repouso ou sem movimento, TAMBÉM NÃO DEFORMA EM NADA O ESPAÇO. O espaço simplesmente é como que "colado" em volta totalmente da massa sem nenhuma deformação. Deduzimos: se não há rotação ou SPIN da massa NÃO HÁ DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO.


7 - Nesta figura do mesmo balde (vista de cima) vemos o balde (que representa o Universo) está descoberto, cheio de água, sendo que a água representa o espaço e a massa de um planeta ou estrela  (bola de tênis) MERGULHADA, IMERSA, SUBMERSA, DENTRO da água (ou do espaço). Notemos que a massa aí, parada, em repouso ou sem movimento, TAMBÉM NÃO DEFORMA EM NADA O ESPAÇO. O espaço simplesmente é como que "colado" em volta totalmente da massa sem nenhuma deformação. Deduzimos: se não há rotação ou SPIN da massa NÃO HÁ DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO. 


8 - Esta figura mostra que quando é iniciada a rotação ou SPIN da massa, aparece em torno dela a deformação ou curvatura do espaço DEVIDIDO UNICAMENTE À ROTAÇÃO OU AO SPIN DA MASSA. A massa aí na experiência está totalmente submersa EM MEIO AO ESPAÇO ou ao material que o representa na experiência, mas mesmo assim conseguimos enxerga-la olhando de cima do balde devido à grande deformação ou curvatura que soa rotação ou SPIN provoca no espaço em torno dela. A curvatura ou deformação ou CENTRIFUGAÇÃO do espaço é muito visível. A centrifugação, curvatura ou SPIN do espaço se dá no mesmo sentido da rotação ou SPIN da massa, isto é, se a massa tem rotação ou SPIN em sentido horário, a centrifugação do espaço, rotação ou SPIN dele se dará também em sentido horário. O sentido da centrifugação do espaço SEMPRE se dará no mesmo sentido do SPIN da massa. 


9 - Texto idem ao da figura 8.



10 - Texto idem ao da figura 8.



11- Texto idem ao da figura 8.



12 - Esta figura tem a mesma descrição do texto da figura 8, apenas levando em conta que a figura apresenta o balde com vista de perfil. Acrescentemos aí no texto da figura 8 que a massa nesta figura 12 é vista pouquinho abaixo do reflexo de luz. Note-se bem abaixo da massa em rotação ( com SPIN), forma-se como que a figura de um cone bem delineado no espaço delineando até à boca do balde, em efeito de cone no espaço em volta da massa, os efeitos de centrifugação do espaço em torno da massa.




6 - Aqui repito a figura 6 com seu texto inicial só para lembrar a importância da ROTAÇÃO OU SPIN DA MASSA, SEM OS QUAIS NÃO EXISTIRÁ CURVATURA DO ESPAÇO-TEMPO, RELEMBRE:Nesta figura de um balde (vista de perfil) (balde maior que o aquário para a experiência) vemos o balde (que representa o Universo) está descoberto, cheio de água, sendo que a água representa o espaço e a massa de um planeta ou estrela  (bola de tênis) MERGULHADA, IMERSA, SUBMERSA, DENTRO da água (ou do espaço). Notemos que a massa aí, parada, em repouso ou sem movimento, TAMBÉM NÃO DEFORMA EM NADA O ESPAÇO. O espaço simplesmente é como que "colado" em volta totalmente da massa sem nenhuma deformação. Deduzimos: se não há rotação ou SPIN da massa NÃO HÁ DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO.

7 - Aqui repito a figura 7, com seu texto, só para lembrar a importân cvia da ROTAÇÃO DA MASSA OU SPIN, SEM OS QUAIS NÃO EXISTIRÁ CURVATURA DO ESPAÇO- TEMPO, RELEMBRO:
Nesta figura do mesmo balde (vista de cima) vemos o balde (que representa o Universo) está descoberto, cheio de água, sendo que a água representa o espaço e a massa de um planeta ou estrela  (bola de tênis) MERGULHADA, IMERSA, SUBMERSA, DENTRO da água (ou do espaço). Notemos que a massa aí, parada, em repouso ou sem movimento, TAMBÉM NÃO DEFORMA EM NADA O ESPAÇO. O espaço simplesmente é como que "colado" em volta totalmente da massa sem nenhuma deformação. Deduzimos: se não há rotação ou SPIN da massa NÃO HÁ DEFORMAÇÃO OU CURVATURA DO ESPAÇO. 


CENTRIFUGAÇÃO DO ESPAÇO
É QUE DEFORMA E CURVA O ESPAÇO-TEMPO

CRIANÇAS, DEVIDO A RISCOS, NÃO TENTEM FAZER A EXPERIÊNCIA EM CASA; É TRABALHO PARA ADULTOS.

Experiência efetuada por NILLO GALLINDO - EXTREMA – MG - BRAZIL
DISPONÍVEL TAMBÉM EM VÍDEO, * O autor, agradece à sua neta Leticia Chiavini Gallindo Dayko e Diovani Evanio Silva, pela assistência com manuseio dos utensílios no momento da realização da experiência. Tam bém ao bisnetinho Vinícius de Souza Dayko, na foto com 4 aninhos e hoje já conta com seis! Veja também no vídeo do YOUTUBE:  ESPAÇO-TEMPO: EXPERIÊNCIA MOSTRA NOVO ENSINO
https://www.youtube.com/watch?v=zSg1p59OpDM

(AGUARDEM MAIS, ESTE TEMA ESTÁ SENDO AUMENTADO)...


quinta-feira, 24 de abril de 2014

NEWTON ou EINSTEIN - Quem está certo?

GRAVIDADE

QUEM ESTÁ CERTO, NEWTON OU EINSTEIN?

COMO A MASSA CURVA O ESPAÇO-TEMPO DE EINSTEIN?

CHEGA, BASTA DE "TOALHAS FLEXÍVEIS ESTENDIDAS OU COLCHÕES MALEÁVEIS" COM BOLAS DE CHUMBO OU FERRO ROLANDO POR CIMA DELAS E AFUNDANDO-AS PARA ENSINAR COMO O "PESO DA MASSA" OU A MASSA, DEFORMA O ESPAÇO FAZENDO TODAS AS BOLAS ROLAREM POR ALI PELAS DEFORMAÇÕES OU VALAS.

COMO ILUSTRAÇÃO AQUELE NÃO É UM ENSINO CONVINCENTE E COMPLETO, PORQUE É SIMPLES FAZER A AFIRMAÇÃO DO CONCEITO UTILIZANDO FIGURAS BIDIMENSIONAIS. TODAVIA, COMO OS CORPOS QUE SE MOVEM NO ESPAÇO SÃO ESFÉRICOS OU TRIDIMENSIONAIS, AS ILUSTRAÇÕES DAS TOALHAS E ATÉ MALHAS ENTRELAÇADAS NÃO FUNCIONAM E DEIXAM  FALTANDO MUITA EXPLICAÇÃO CONVINCENTE!

ESTE TIPO "PADRÃO DE ILUSTRAÇÃO" UTILIZADA NA FÍSICA É BONITA, LINDA, MAS SÓ ELA NÃO CONVENCE, POR SER INCOERENTE,  PORQUE COMO DISSE O PRÓPRIO EINSTEIN "NO ESPAÇO NÃO HÁ EM CIMA, NÃO HÁ EMBAIXO, NÃO HÁ ESQUERDA NEM DIREITA."

ENTÃO COMO PODEM MOSTRAR ILUSTRAÇÕES DA MASSA "FORÇANDO 
COMO UM PESO PARA BAIXO"? ISSO É INCOERENTE, ERRADO.
A FÍSICA ENSINA A CURVATURA DO ESPAÇO-TEMPO CORRETAMENTE PELAS EQUAÇÕES DE EINSTEIN, MAS AS ILUSTRAÇÕES ESTÃO TOTALMENTE ERRADAS!
ENTÃO, APRESENTEM TAMBÉM ILUSTRAÇÕES CONDIZENTES, PORQUE UMA ILUSTRAÇÃO VALE MAIS QUE MILHARES DE PALAVRAS - JÁ DIZIAM OS MILENARES CHINESES. A ILUSTRAÇÃO TIPO PADRÃO MOSTRADA AÍ É ERRADA.

Credito ilustração Google images - digichem.org

ORA, GERALMENTE UM ASTRO É ESFÉRICO.
COMO FICARIA ENTÃO UMA ILUSTRAÇÃO VISUAL CONVINCENTE SOBRE A MASSA CURVAR O ESPAÇO?
COMO OS ARTISTAS DA FÍSICA ILUSTRARIAM, ENTÃO, AS "VALAS" DO ESPAÇO-TEMPO OU A CURVATURA NUM SISTEMA PLANETÁRIO INTEIRO OU NO UNIVERSO?
E AGORA? UM CONCEITO TÃO BONITO PRECISA TER ILUSTRAÇÕES CONVINCENTES.

                                                                               
                                                         Foto crédito Google images


MAS VAMOS AO TEMA : GRAVIDADE -QUEM ESTÁ CERTO NEWTON OU EINSTEIN?

PENSANDO EM ILUSTRAÇÕES, DÁ A IMPRESSÃO QUE O CONCEITO DE NEWTON É BEM MAIS FÁCIL E COERENTE DE SE ILUSTRAR. ISTO É, VISTO QUE UM ASTRO É ESFÉRICO, A FORÇA DE GRAVIDADE DA MASSA PARTE DE UM CENTRO COMUM COMO INFINITOS RAIOS PARA TODAS AS DIREÇÕES DA SUPERFÍCIE DA ESFERA, FORMANDO UM CAMPO GRAVITACIONAL AO REDOR DA ESFERA E, DAÍ, O CÉLEBRE "MATÉRIA ATRAI MATÉRIA NA RAZÃO DIRETA DAS MASSAS E NA RAZÃO INVERSA DO QUARADO DAS DSTÂNCIAS" -FORMULADO POR NEWTON.


Newton diz que HÁ UMA FORÇA DE GRAVIDADE! 
Einstein diz que   NÃO HÁ FORÇA DE GRAVIDADE: o espaço é maleável e molda "um rego, um leito, uma canaleta" para os corpos celestes "rolarem", e aí eles "rolam" tranquilamente!


Para Newton, como aprendemos na escola, a gravidade é uma força pela qual “matéria atrai matéria na razão direta das massas e na razão inversa do quadrado das distâncias”.

Mas depois,  no início do século XX, veio Einstein com sua Teoria da Relatividade e ensinou que não existe nenhuma força de atração gravitacional, repito, para Einstein não há uma força de atração entre os corpos celestes. O que ocorre é que a massa do corpo no espaço deforma-o e produz como que “valas”, “canaletas” pelas quais a massa rola, se move, viaja ou desliza.

Por exemplo, o Sol sendo a maior massa do sistema solar deforma todo o espaço em volta de si. 

Nessa deformação do espaço em torno do Sol os planetas, massas menores, rolam, se movem ou giram e, claro, cada um deformando mais o próprio espaço em torno de si também de acordo com o efeito de sua própria massa para que seus satélites os acompanhem.


O que você acha? Sobre a gravidade quem está certo, Newton ou Einstein?

Uma bobeira que eu penso às vezes é que, se existisse uma atração (ou força de gravidade entre as massas) se “matéria atraísse matéria”, quando ocorresse um alinhamento de planetas entre si e com o Sol, no período do alinhamento a “força”, a atração não seria interrompida momentaneamente "cortada" e o planeta, animado com seu movimento peculiar não “saltaria” um pouco de sua órbita original, mesmo que retornasse depois de cessar o alinhamento. A força de gravidade (ou atração) não teria sua ação interrompida da mesma forma que se colocarmos um isolante entre um imã e um objeto de ferro a atração se interrompe? 

Se pensarmos assim, então, a ideia de Einstein parece ser mais provável ou pelo menos “plausível”.
So, in this case, the Oscar goes to Einstein! (Então, neste caso, o Oscar vai para Einstein!)                               
                      
E o espaço seria o que? Aqui eu insiro um raciocínio meu e não da Física oficial. Imagino o espaço como um “campo” tridimensional que envolve a tudo no Universo como a água de um aquário envolve um peixe. Como Einstein ensinou: o espaço é maleável e se curva com a presença da massa. Ele ensinou sobre esta característica do espaço, mas não disse de que é feito “esta coisa espaço maleável” e nem disse o que permite a “coisa espaço” ser maleável. 

Figura A

Imagine estas duas "metades A e B" como juntas, como imagem de espaço tridimensional 
(MAS ESTA ILUSTRAÇÃO POR SI SÓ, ESTÁ ERRADA E INCOMPLETA)

                     Figura B
                                                 



Imagine as duas "metades" abaixo C e D como juntas para imagem espaço tridimensional
(MAS ESTA ILUSTRAÇÃO POR SI SÓ ESTÁ ERRADA E INCOMPLETA)
         
                      Figura C                                                                                       Figura D
 


Crédito dessas fotos ilustrativas, 
que aqui por necessidade do meu texto
tiveram invertidas as posições originais:
Astronomia.blog.br

Ilustração do autor

A circunferência do centro, no desenho, pretende representar o planeta Terra.
A circunferência pontilhada pretende representar o espaço ao redor da Terra.
Sendo assim, temos que imaginar o planeta aí desenhado em plano bidimensional  como sendo uma esfera tridimensional.
Portanto, a deformação do espaço ao redor de toda a esfera terrestre será algo também esférico, tridimensional.
Tal formato tridimensional, esférico para o espaço ao redor do planeta é que que eu pretendia mostrar em um só desenho mas, não havendo tal desenho, postei as quatro ilustrações das figuras A, B, C, D.
Com a amostra das 4 posições do planeta no espaço, juntando mentalmente as quatro posições podemos imaginar o espaço ESFÉRICO ao redor da esfericidade do planeta.

Como sabemos que uma esfera (astro) é tridimensional o espaço mesmo chamado de "plano" tem que ter certa espessura muito considerável, pois se  não o fosse como tal espaço caberia as esferas dos astros?

Então, aquela ilustração de uma toalha esticada mostrando ser o espaço-tempo onde a massa de uma estrela o deforma promovendo "afundamentos" para os astros rolarem em volta ( como um sistema solar de planetas em torno do Sol) tal ilustração NÃO É ADEQUADA, PORQUE NO ESPAÇO NÃO HÁ EM CIMA, NÃO HÁ EMBAIXO, NÃO HÁ ESQUERDA NEM DIREITA.

A ilustração teria que ser algo que mostrasse algo como que formando um túnel em torno completo da massa e que iria se abrindo à sua frente para a passagem e fechando-se em seguida após a passagem. Mas, com seria uma ilustração assim?

Até hoje a física seguidora do espaço tempo de Einstein não "bolou" nada a respeito; simplesmente nos mostram a história da "toalha flexível estendida", ISSO NÃO CONDIZ com a história das canaletas, regos, caminhos, depressões formadas pela massa no espaço, repetimos  PORQUE NO ESPAÇO NÃO HÁ EM CIMA, NÃO HÁ EMBAIXO, NÃO HÁ ESQUERDA NEM DIREITA. 



A MASSA CURVANDO O ESPAÇO-TEMPO

ESTE TIPO "PADRÃO DE ILUSTRAÇÃO" UTILIZADA NA FÍSICA É PATÉTICA, MEDÍOCRE E NÃO CONVENCE, POR SER INCOERENTE,  PORQUE NO ESPAÇO NÃO HÁ EM CIMA, NÃO HÁ EMBAIXO, NÃO HÁ ESQUERDA NEM DIREITA.

UM ASTRO É ESFÉRICO
COMO FICARIA ENTÃO A ILUSTRAÇÃO CONVINCENTE?
QUE SE HABILITEM A FAZER AS ILUSTRAÇÕES COERENTES OS QUE ENSINAM O ESPAÇO-TEMPO - ESTA INCOERÊNCIA ILUSTRATIVA NÃO PODE CONTINUAR!


Crédito da foto Google images:  digichem.org



TODAVIA, LEITORES, COMUNICO QUE ESTA SEMANA OCORREU-ME UMA BOA IDEIA DE COMO PODE SER UMA ILUSTRAÇÃO TRIDIMENSIONAL DO ESPAÇO-TEMPO, SUA CURVATURA E O QUE CAUSA SUA CURVATURA. ESTOU PREPARANDO A PUBLICAÇÃO PARA OS PRÓXIMOS DIAS. 
ACREDITO QUE A MINHA IDEIA ILUSTRATIVA COM FOTOS DE UMA EXPERIÊNCIA VAI ACABAR OU SUBSTITUIR O USO DE TODAS AS TOALHAS E MALHAS FLEXÍVEIS USADAS ATÉ HOJE.

ACESSEM O TÓPICO:
ESPAÇO-TEMPO "TORTO" DE EINSTEIN: EXPERIÊNCIA MOSTRA PORQUE ENTORTA E COMO ACONTECE A CURVATURA